
Cinema humanizado: alívio e entretenimento para pediatra internado há quase um ano (Foto: Instagram)
O médico pediatra Clóvis Roberto Puttini, 72 anos, que está internado há quase um ano em tratamento hospitalar, teve a oportunidade de assistir a uma sessão de cinema organizada pela equipe médica responsável por seus cuidados. A saída do ambiente de internação para uma sala de exibição foi cuidadosamente planejada pelos profissionais de saúde, que prepararam toda a logística necessária para garantir o conforto e a segurança de Clóvis Roberto Puttini durante o deslocamento e a permanência no local.
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Em instituições de saúde, iniciativas de levar pacientes a ambientes externos como salas de cinema ou teatro fazem parte de programas de humanização do tratamento. Nessas ocasiões, a equipe médica coordena a monitoração dos sinais vitais, ajusta parâmetros de medicação e adapta equipamentos de suporte — como macas especiais, cadeiras de rodas motorizadas e sistemas portáteis de oxigênio — para permitir que o paciente tenha uma experiência cultural sem comprometer sua estabilidade clínica.
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A prática de arteterapia hospitalar, que inclui sessões de cinema, teatro e música, baseia-se em estudos que apontam benefícios no bem-estar emocional, na redução da ansiedade e na melhoria da percepção de dor. Filmes podem atuar como ferramentas terapêuticas, favorecendo a distração do ambiente clínico, estimulando memórias positivas e encorajando o diálogo entre pacientes, familiares e equipe multidisciplinar.
Pacientes com internações prolongadas, como é o caso de Clóvis Roberto Puttini, frequentemente enfrentam desafios associados ao isolamento social, à falta de estímulos externos e ao impacto psicológico causado por tratamentos contínuos. Situações de longa permanência em hospitais exigem suporte emocional adicional, e atividades culturais ajudam a amenizar o distanciamento de amigos e rotina, além de promover a motivação para a recuperação.
A iniciativa de levar Clóvis Roberto Puttini ao cinema ilustra a crescente atenção que as instituições de saúde dedicam à humanização dos serviços, integrando cuidados médicos e atividades de lazer que valorizam a qualidade de vida do paciente. Espera-se que programas semelhantes possam ser replicados em outras unidades hospitalares, contribuindo para um modelo de atendimento mais acolhedor e inclusivo.

