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Estudo da SES compara certidões de óbito de 2014 e 2024 e aponta infarto como principal causa de morte

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Cemitério lembra vítimas de infarto, principal causa de morte em 2024 (Foto: Instagram)

Segundo levantamento da Secretaria de Estado de Saúde (SES), um estudo comparou dados de 5.240 certidões de óbito de 2014 e 6.397 de 2024 e concluiu que o infarto segue como a principal causa de morte no período analisado. A pesquisa sistematizou informações contidas em registros oficiais, classificou os principais diagnósticos e calculou a variação percentual entre uma década, destacando a relevância do tema para o planejamento de políticas públicas de saúde.

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Para realizar a comparação, a equipe técnica da SES utilizou critérios padronizados de codificação e análise de causas de óbito, conforme diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS). As certidões de óbito, documentos oficiais emitidos pelos cartórios de registro civil, foram submetidas a validação e revisão de dados duplicados ou inconsistentes. O procedimento incluiu a revisão de informações sobre idade, sexo, comorbidades e local de ocorrência do falecimento, garantindo maior confiabilidade aos resultados.

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O infarto, também conhecido como infarto agudo do miocárdio, ocorre quando uma parte do músculo cardíaco deixa de receber sangue oxigenado devido ao bloqueio de artérias coronárias. Fatores de risco comuns incluem hipertensão arterial, tabagismo, diabetes e histórico familiar de doenças cardiovasculares. De acordo com a SES, programas de rastreamento e prevenção podem reduzir significativamente a mortalidade associada ao infarto, reforçando a necessidade de medidas contínuas de promoção da saúde e controle de fatores de risco.

A análise comparativa entre 2014 e 2024 oferece subsídios importantes para gestores públicos, profissionais de saúde e pesquisadores. Ao evidenciar a persistência do infarto como principal causa de morte, o estudo da SES aponta caminhos para investimentos em campanhas educativas, ampliação de serviços de cardiologia e melhoria no atendimento de urgência. Além disso, o monitoramento regular de certidões de óbito é fundamental para ajustar estratégias de vigilância epidemiológica, avaliar o impacto de intervenções e orientar futuras ações voltadas à redução da mortalidade por causas evitáveis.

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