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Ministro afirma que ‘indevida demora’ da Câmara possibilitou emendas de Eduardo Bolsonaro após afastamento do mandato

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Imagem composta de parlamentares em sessão no plenário da Câmara (Foto: Instagram)

O ministro afirmou que a “indevida demora” da Câmara dos Deputados resultou na possibilidade de apresentação de emendas por Eduardo Bolsonaro mesmo depois do afastamento do mandato. Segundo a avaliação, o atraso no trâmite interno das proposições abriu brecha para que o parlamentar apresentasse sugestões de alocação de recursos públicos, ainda que estivesse oficialmente fora do exercício do cargo.

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A controvérsia também envolve prazos regimentais: o Regimento Interno da Câmara estabelece datas-limite para a apresentação de emendas ao projeto de lei orçamentária, com vistas a garantir previsibilidade e segurança jurídica. No caso em questão, a movimentação tardia no setor de protocolo permitiu que Eduardo Bolsonaro protoc olasse propostas em desacordo com o afastamento, o que levou o ministro a questionar formalmente a atuação da Casa.

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O afastamento de mandato ocorre quando há decisão judicial ou processo disciplinar que impeça temporariamente o parlamentar de exercer suas funções. Nesse período, o político perde direitos e deveres, incluindo a apresentação de propostas legislativas. No entanto, a falta de atualização imediata dos sistemas internos da Câmara permitiu que Eduardo Bolsonaro mantivesse acesso ao protocolo digital.

Emendas parlamentares são instrumentos de participação direta dos deputados e senadores na definição de destino de verbas públicas. Cada parlamentar tem direito a um volume específico de recursos, que podem ser destinados a obras e serviços em municípios de sua base eleitoral. Quando há irregularidade no prazo de apresentação, ocorrem questionamentos sobre lisura e controle de gastos.

Casos anteriores já registraram situações em que parlamentares, afastados ou que trocaram de partido, apresentaram emendas fora do prazo oficial, motivando debates sobre a necessidade de maior automação e fiscalização nos sistemas da Câmara. O ministro destacou que a adoção de procedimentos mais rigorosos poderia evitar novas “indevidas demoras” que afetem a transparência do processo legislativo.

Para especialistas em direito público, a situação reforça a importância de integração entre as áreas de protocolo, informática e consultoria legislativa da Casa, de modo a assegurar que o afastamento de mandato seja refletido imediatamente em todos os sistemas. O ministro defende a implementação de mecanismos automáticos de bloqueio de acesso, garantindo o cumprimento estrito dos prazos regimentais.

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