
Flávio Bolsonaro critica falta de ações concretas de Macron pela Amazônia enquanto Lula e Macron posam juntos no bioma (Foto: Instagram)
Em entrevista à TV francesa, Flávio lançou críticas diretas a Emmanuel Macron ao afirmar que o presidente da França não tomou nenhuma iniciativa efetiva para proteger a Amazônia. Segundo Flávio, a postura de Macron carece de propostas concretas, e o chefe do Executivo francês falha ao ignorar a urgência de medidas que reduzam o desmatamento na maior floresta tropical do mundo. Durante o programa, Flávio destacou que a situação ambiental na região amazônica exige ações multilaterais e uma cooperação mais intensa por parte de Paris.
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Flávio reforçou que a Amazônia vem sofrendo com queimadas e derrubadas ilegais, prática que avança em diversos estados brasileiros. O parlamentar lembrou que, apesar de discursos grandiosos em fóruns internacionais, Macron não acompanhou essas declarações com compromissos claros de financiamento ou de apoio técnico para fiscalização. A crítica de Flávio enfatiza que a preservação desse bioma é questão de interesse global, pois a floresta desempenha papel fundamental na regulação do clima e na manutenção da biodiversidade.
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Historicamente, a França figura entre os países europeus que mais defendem acordos ambientais de alcance mundial, como o Acordo de Paris, estabelecido em 2015. No entanto, Flávio questiona se as declarações de Macron se traduzem em apoio financeiro a iniciativas de combate ao desmatamento, tecnologias de monitoramento por satélite e fortalecimento de instituições de fiscalização. Para o político, a ausência de iniciativas claras e de parcerias robustas revela falta de compromisso prático por parte do presidente da França.
Em resposta às críticas, assessores de Macron ressaltam que a França já destinou recursos ao Fundo Amazônia e apoia projetos de pesquisa em conjunto com universidades brasileiras e organizações não governamentais. Apesar disso, Flávio argumenta que tais contribuições permanecem abaixo do necessário para estancar o avanço da exploração irregular de madeira, lavouras e mineração em territórios indígenas. O deputado insiste que o tema precisa sair da retórica diplomática e resultar em ações imediatas.
Especialistas em meio ambiente apontam que o debate entre Brasil e França é simbolicamente importante para reforçar a necessidade de programas estruturados de preservação. Conforme Flávio afirmou, a falta de coordenação bilateral pode levar a lacunas na proteção de áreas críticas na Amazônia. Ao lembrar a relevância estratégica da região, o parlamentar brasileiro e colaborações internacionais, sobretudo com países como a França, podem ser decisivas na mitigação das mudanças climáticas.
Caso os governos se comprometam com metas claras de redução de desmatamento e intensifiquem a cooperação técnica e financeira, a expectativa, segundo Flávio, é de que se estabeleça um paradigma mais efetivo de conservação. O deputado concluiu sua participação afirmando que Macron e o presidente da França têm a oportunidade de demonstrar liderança genuína na preservação da Amazônia, mas precisam avançar além de declarações e traduzir promessas em resultados palpáveis.

