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Moradora nega informação de suposto vídeo do espancamento do cão Orelha

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Orelha, o cão alvo de boatos de maus-tratos, está bem cuidado, garante a tutora. (Foto: Instagram)

A moradora responsável pelo animal declarou que a informação de um suposto vídeo mostrando o espancamento do cão Orelha não procede. Segundo ela, o material que circula em redes sociais é falso e fruto de desinformação, sem qualquer registro oficial ou evidência que comprove maus-tratos ao pet. Em nota, a moradora reafirmou que sempre trata Orelha com cuidado, fornecendo alimentação adequada, acompanhamento veterinário e abrigo confortável, afastando qualquer suspeita de crueldade. A divulgação equivocada gerou comoção entre vizinhos e internautas, mas não tem base na realidade dos fatos.

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Diversos usuários compartilharam em grupos de mensagens um trecho de vídeo que supostamente mostraria agressões contra Orelha. No entanto, excetuando-se o boato, não há local, data ou fonte confiável que ateste a veracidade das imagens. A moradora ressalta que não há câmeras instaladas no local, e nenhuma autoridade foi acionada ou emitiu boletim de ocorrência referente a maus-tratos. A propagação desse boato tem prejudicado a vizinhança, gerando especulações e comentários agressivos, apesar de todos os esclarecimentos já prestados.

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No Brasil, a legislação específica que combate os maus-tratos a animais está prevista na Lei nº 9.605/98, conhecida como Lei de Crimes Ambientais. Essa norma estabelece sanções como multa e detenção de três meses a um ano para quem praticar atos de violência ou crueldade contra cães, gatos e demais espécies. Para que haja responsabilização, é fundamental apresentar provas consistentes, como depoimentos, laudos veterinários e imagens autênticas. A falsidade de informações pode, por si só, configurar crime de calúnia ou difamação, caso seja comprovado dolo na divulgação.

A verificação de vídeos e fotos, prática adotada por agências de fact-checking e pela perícia oficial, envolve análise de metadados, autenticidade da filmagem e até comparação de marcas arquitetônicas para identificar cenário real. Ferramentas de software podem detectar edição, cortes ou manipulação digital, enquanto especialistas avaliam sombras, reflexos e áudio para certificar se houve adulteração. Esse processo técnico é essencial para separar boatos de provas legítimas, protegendo tanto animais quanto pessoas acusadas injustamente.

Para evitar a propagação de desinformação, especialistas recomendam checar a fonte original, buscar confirmação em veículos de imprensa confiáveis e procurar órgãos de proteção animal ou delegacias ao primeiro sinal de denúncia grave. Qualquer cidadão pode registrar ocorrência em delegacias especializadas ou utilizar canais eletrônicos que recebem denúncias de crimes contra animais. A atuação conjunta de população, entidades de defesa animal, órgãos públicos e imprensa contribui para combater notícias falsas e garantir a proteção de cães como Orelha.

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