
Goiás aguarda DNA para confirmar vínculo materno (Foto: Instagram)
A Polícia Civil de Goiás acredita que as duas mulheres investigadas sejam de fato mãe e filha, mas ainda depende dos laudos periciais para ratificar a relação biológica.
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Até o momento, as autoridades não dispondo de resultado definitivo e enfatizam que somente após a conclusão dos exames será possível confirmar oficialmente a identidade genética entre as envolvidas.
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Os procedimentos periciais costumam incluir coleta de amostras de sangue ou de mucosa bucal, que são enviados a laboratórios especializados em genética forense. A Polícia Civil de Goiás esclarece que tais análises seguem protocolos rigorosos de cadeia de custódia, garantindo a integridade das amostras desde o momento da coleta até a entrega do laudo técnico. O exame de DNA é considerado o método mais confiável para comprovar laços biológicos, com margem de erro ínfima quando realizado em conformidade com padrões internacionais.
Em casos similares, a investigação policial dá início a partir de atividades rotineiras de checagem documental ou denúncias anônimas que levantam suspeitas sobre a verdadeira identidade ou o grau de parentesco entre pessoas envolvidas. A confirmação ou a negação do vínculo familiar pode representar impacto significativo em procedimentos judiciais, beneficiando ou afastando direitos sucessórios e de guarda, conforme previsto no Código Civil.
Além do aspecto jurídico, a apuração de vínculos de maternidade ou paternidade tem relevância social, pois envolve direitos básicos, como pensão, herança e reconhecimento civil. Em Goiás, a Polícia Civil atua em parceria com o Ministério Público e a Defensoria Pública quando há necessidade de assistência jurídica gratuita, sobretudo em situações de mães solteiras ou crianças em estado de vulnerabilidade, assegurando que qualquer decisão compensatória seja amparada por provas científicas.
A expectativa é de que, em poucas semanas, os resultados dos exames laboratoriais sejam recebidos pela autoridade policial responsável, momento em que será formalizada a conclusão do inquérito. Até lá, a Polícia Civil de Goiás mantém sigilo sobre dados pessoais das investigadas, seguindo normas de proteção de informações sensíveis e garantindo o direito à privacidade e ao devido processo legal.

