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Ricardo Nunes anuncia ação de PM e GCM para coibir blocos clandestinos em São Paulo

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PM e GCM entram em ação contra blocos clandestinos no pré-carnaval de São Paulo (Foto: Instagram)

Prefeito Ricardo Nunes anunciou que mobilizará a Polícia Militar (PM) e a Guarda Civil Metropolitana (GCM) para reprimir as chamadas blocos clandestinos, encontros de carnaval de rua sem autorização oficial. Durante o período de pré-carnaval e carnaval, a medida pretende coibir festas não licenciadas que ocorrem em vias públicas e, segundo a prefeitura, garantir segurança e ordem nas celebrações que reúnem foliões em toda a cidade.

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Prefeito Ricardo Nunes detalhou que esses blocos clandestinos, organizados sem alvarás e sem respeitar normas de trânsito, geram riscos sanitários, perturbação de sossego e sobrecarga da estrutura viária. A iniciativa prevê a presença de viaturas e equipes de patrulhamento da PM e da GCM para dispersar aglomerações irregulares e orientar organizadores sobre a necessidade de autorização prévia junto à administração municipal.

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Historicamente, os blocos de carnaval em São Paulo passaram por um processo de regulamentação que estabeleceu critérios para efetuar eventos de rua. Desde que foram criadas as licenças para blocos oficiais, a prefeitura adota sistema de inscrição, análise de impacto e custos operacionais que incluem limpeza urbana, sinalização e policiamento.

A Polícia Militar, responsável pelo policiamento ostensivo no Estado, costuma atuar em grandes festas de rua como o carnaval, barraquinhas de comemoração e blocos pré-aprovados. Seu trabalho inclui patrulhamento preventivo, contenção de tumultos e apoio em rotas de deslocamento, sempre em articulação com outros órgãos municipais.

A Guarda Civil Metropolitana (GCM), por sua vez, foi criada para reforçar a segurança preventiva no âmbito municipal, com atuação focada em patrulhas de proximidade, proteção do patrimônio público e apoio a operações de grandes eventos. A integração entre PM e GCM busca ampliar a capacidade de fiscalização no combate a festas não autorizadas.

Administrações anteriores adotaram medidas semelhantes para conter atividades sem regulamentação, mas enfrentaram críticas sobre eventuais restrições à cultura popular. A prefeitura argumenta que o controle visa, sobretudo, resguardar a integridade de participantes, minimizar riscos de acidentes e reduzir transtornos para moradores das regiões afetadas.

Segundo especialistas em gestão urbana, a legislação municipal exige autorização prévia para realização de eventos em vias públicas, com apresentação de projeto e laudo técnico. O descumprimento pode acarretar multa, apreensão de equipamentos e responsabilização criminal dos organizadores, conforme previsto no Código de Posturas do Município.

A expectativa da Prefeitura de São Paulo é de que a atuação conjunta de Polícia Militar e Guarda Civil Metropolitana torne o carnaval de rua mais seguro e ordenado, equilibrando a tradição dos blocos com o dever de preservar espaços públicos. O anúncio segue em debate entre apoiadores, que veem maior proteção à população, e críticos, que questionam possíveis impactos sobre manifestações culturais espontâneas.

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