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Pasta descarta intoxicação por fórmula infantil após internação de dois bebês no DF

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Fórmulas infantis NAN Supreme Pro e Nestogeno 0-6 meses (Foto: Instagram)

Em janeiro, dois bebês foram internados no DF por suspeita de intoxicação após consumo de fórmula infantil. Agora, a pasta descartou qualquer indício de contaminação no produto e afirmou não ter sido registrada alteração nos lotes distribuídos à população.

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Nas primeiras semanas de janeiro, as famílias procuraram hospitais do Distrito Federal com crianças que apresentavam sintomas como vômito, diarreia e sonolência. Ambos os casos foram imediatamente notificados à pasta, que iniciou investigação para avaliar a qualidade da fórmula infantil e verificar eventuais falhas no processo de fabricação ou de distribuição.

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Conforme esclarecimento da pasta, as fórmulas infantis comercializadas no Brasil passam por rígidos controles de qualidade estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A regulação inclui testes laboratoriais que medem níveis de nutrientes, proteínas, gorduras e possíveis contaminantes, como microrganismos ou resíduos químicos, antes de cada lote ser liberado para venda.

Especialistas apontam que os sinais de intoxicação em crianças pequenas podem variar de acordo com a substância envolvida. Em casos suspeitos, além de sintomas gastrointestinais, recomenda-se monitorar alterações de comportamento, desidratação e sinais de fadiga extrema. A pasta reforça que qualquer alteração no estado de saúde dos bebês deve ser comunicada imediatamente a profissionais de saúde.

Durante a apuração do incidente, a pasta não identificou também reclamações semelhantes em outras localidades, o que contribuiu para a conclusão de que não houve contaminação generalizada. O protocolo seguido incluiu análise de amostras do produto, consulta aos registros de distribuição e inspeção em pontos de venda no DF, garantindo o rastreamento completo de cada lote.

Embora a amamentação exclusiva seja recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) até os seis meses de idade, as fórmulas infantis são alternativas reconhecidas para mães que não conseguem amamentar ou que precisam complementar a dieta dos bebês. A pasta destaca a importância de seguir rigorosamente as instruções de preparo e armazenamento contidas na embalagem.

Com o desfecho favorável da investigação, a pasta reforça aos pais e responsáveis que podem manter o uso da fórmula infantil com segurança. As autoridades de saúde permanecem em alerta e recomendam que dúvidas sobre a alimentação de recém-nascidos sejam esclarecidas por pediatras ou nutricionistas especializados.

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