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Sérgio Antônio Lopes usava contas correntes digitais para controlar jovens aliciadas

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Contas digitais usadas para aliciar jovens revelam esquema de coerção financeira (Foto: Instagram)

Segundo investigações, Sérgio Antônio Lopes, de 60 anos, utilizava contas correntes digitais para transferir dinheiro e exercer controle sobre jovens aliciadas. O esquema consistia em criar vínculos financeiros e emocionais, de modo a obrigar as vítimas a permanecer submetidas a regras impostas por ele, que ia desde a prestação de favores até o envio de fotos e vídeos com teor abusivo.

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A modalidade de contas correntes digitais ganhou popularidade no Brasil pela praticidade de abertura e gestão pelo celular, sem necessidade de agência física. Esses bancos virtuais oferecem serviços como transferência, pagamento de boletos e cartão de débito, mas também podem ser alvo de criminosos que se aproveitam da facilidade de migração de recursos entre contas para “lavar” dinheiro ou criar dependência financeira nas vítimas.

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O controle financeiro, nesse contexto, funciona como instrumento de coerção. Ao centralizar todas as transações nas contas virtuais administradas por Sérgio Antônio Lopes, as jovens aliciadas se viam impedidas de acessar recursos próprios ou buscar ajuda sem autorização dele. Esse tipo de prática configura crime de constrangimento e exploração de vulnerabilidade, agravados pelo uso de meios digitais para aliciar e manipular.

Para entender melhor, é importante saber que as contas correntes digitais operam por meio de aplicativos autorizados pelas autoridades financeiras, mas a segurança depende do cumprimento de protocolos de identificação (conhecido como KYC, do inglês “know your customer”) e de auditorias internas. Na prática, o criminoso pode cadastrar dados falsos ou usar documentos de terceiros para criar elementos que fragilizam a relação de confiança do sistema bancário.

As provas reunidas apontam que Sérgio Antônio Lopes monitorava constantemente os saldos e o histórico de transações das vítimas, cobrando explicações e impondo penalidades, como bloqueio de acesso ou ameaças de expor informações íntimas. Esse tipo de comportamento configura crime de extorsão e aliciamento, que pode ter pena de reclusão e multa, conforme prevê a legislação brasileira em casos envolvendo abuso de autoridade econômica para coagir vítimas.

Especialistas em segurança digital alertam que, para se proteger, usuários devem adotar práticas como autenticação em dois fatores, revisão frequente de extratos bancários e nunca compartilhar senhas ou códigos de acesso. Além disso, é fundamental procurar apoio de familiares, amigos e órgãos de proteção aos direitos de crianças e adolescentes quando perceber indícios de coação ou exploração financeira.

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