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Caso na Penitenciária de Florianópolis (SC) teria sido motivado por vingança

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Entrada da Penitenciária de Florianópolis (SC), onde detentos trocaram agressões por vingança (Foto: Instagram)

Na terça-feira (10/2), um episódio registrado na Penitenciária de Florianópolis (SC) entrou em apuração pelas equipes de segurança e teria sido desencadeado por uma retaliação pessoal entre detentos, segundo informações iniciais das autoridades.

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De acordo com relatos preliminares, a suposta ação de vingança envolveu pelo menos dois custodiados, que teriam atentado contra a integridade física um do outro motivados por disputas internas. Testemunhas afirmam que o conflito se desenrolou dentro de uma das alas de segurança máxima, cenário ressaltado por agentes penitenciários que estavam de plantão no momento do incidente.

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A Penitenciária de Florianópolis (SC), localizada na capital de Santa Catarina, abriga aproximadamente 850 detentos distribuídos em diferentes alas conforme o regime de cumprimento de pena. A unidade é gerida pela Secretaria de Administração Prisional do estado e possui estrutura voltada ao atendimento de regimes fechado, semiaberto e progressão de pena. Até o momento, a direção da casa prisional não divulgou detalhes sobre o estado de saúde das pessoas envolvidas nem sobre eventuais sanções disciplinares aplicadas.

No contexto do sistema penitenciário brasileiro, episódios motivados por vingança ou desavenças entre internos não são incomuns. Esses conflitos costumam ter raízes em disputas por espaço, acesso a privilégios, controle de rotas de contrabando e reorganização de hierarquias informais mantidas por facções criminosas. A dinâmica interna dessas organizações pode alimentar ciclos de retaliação, nos quais um ato de violência enseja uma resposta imediata, perpetuando disputas que desafiam a rotina de segurança das unidades.

Para coibir esse tipo de ocorrência, as administrações prisionais adotam protocolos que vão desde a vigilância eletrônica e revista em celas até a segregação de detentos apontados como líderes de facções ou com histórico de conflitos. Também são realizadas rondas periódicas e revistas pessoais para identificar objetos proibidos que possam ser usados como instrumentos de agressão. A articulação entre agentes penitenciários e equipes especializadas em inteligência prisional visa mapear ameaças internas e evitar o surgimento de motivações por vingança.

Além do reforço da vigilância, programas de ressocialização e mediação de conflitos têm sido implementados em várias unidades para reduzir a sensação de insegurança entre internos. Oficinas de trabalho, atividades educacionais e atendimentos psicológicos buscam oferecer espaços de diálogo e diminuir as tensões. No entanto, a eficácia dessas iniciativas depende de investimentos contínuos e de um quadro de profissionais capacitados para lidar com situações de crise.

As investigações sobre o caso ocorrido na terça-feira (10/2) estão em curso, com agentes penitenciários e peritos analisando imagens de câmeras internas e coletando depoimentos de testemunhas. A Secretaria de Administração Prisional de Santa Catarina deve emitir um posicionamento oficial assim que concluir a apuração, esclarecendo as responsabilidades e propondo medidas para evitar novos episódios de vingança entre detentos na Penitenciária de Florianópolis (SC).

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