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Lancha que fazia rota para o interior do Amazonas mobiliza 25 bombeiros e equipes da PM e do Samu

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Passageiros aguardam resgate no rio Amazonas após pane em lancha (Foto: Instagram)

Uma lancha que seguia rumo a comunidades do interior do Amazonas precisou de socorro nesta quinta-feira após apresentar falha mecânica e ficar à deriva em área de difícil acesso. A operação de resgate mobilizou 25 bombeiros militares, equipes da Polícia Militar (PM) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que atuaram em conjunto para garantir a segurança dos passageiros e tripulantes. Em cerca de três horas, os socorristas conseguiram remover todos os ocupantes e rebocar a embarcação para um ponto de apoio no município mais próximo, onde prestaram os primeiros atendimentos.

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O incidente ocorreu por volta das 5h da manhã, quando a lancha apresentou uma pane no motor principal em um trecho do rio cuja correnteza costuma se intensificar durante o período de cheias. Segundo informações preliminares, a embarcação levava 18 passageiros e dois tripulantes, que permaneceram em relativo estado de calma enquanto aguardavam o reforço. A falta de luz natural, aliada às chuvas intermitentes que caem na região nesta época do ano, dificultou a localização exata do barco, o que exigiu o emprego de equipamentos de navegação por GPS e a coordenação de diferentes viaturas fluviais.

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As 25 bombeiros militares envolveram-se em varredura no perímetro para localizar eventuais náufragos e fornecer assistência imediata àqueles que apresentassem hipotermia ou ferimentos. Enquanto isso, a Polícia Militar (PM) garantiu o isolamento da área e organizou o fluxo de embarcações para evitar novas ocorrências. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) permaneceu em alerta com duas ambulâncias de suporte avançado e três de suporte básico, prontas para socorrer vítimas que pudessem necessitar de remoção para unidades hospitalares. No total, cinco passageiros foram encaminhados ao pronto-socorro municipal com quadro de leves escoriações e sinais de hipotermia.

O transporte fluvial é o principal meio de deslocamento em boa parte do Amazonas, onde milhares de pequenas embarcações circulam diariamente entre cidades, vilarejos ribeirinhos e comunidades isoladas. As condições de navegação podem variar drasticamente de acordo com o nível do rio, a sazonalidade e o estado de conservação dos motores. Falhas mecânicas são consideradas uma das principais causas de atrasos e acidentes na região, motivo pelo qual as autoridades recomendam revisões periódicas e a presença de equipamentos de segurança como coletes salva-vidas, rádios de comunicação e botes de emergência.

A Polícia Militar reforçou que as ações coordenadas entre PM, bombeiros e Samu seguem protocolos estabelecidos pelo Centro Integrado de Comando e Controle (CICC). Esses protocolos determinam desde o envio de guarnições fluviais especializadas até o acionamento de aeronaves de busca em casos de resgates em pontos de difícil acesso. O uso de barcos-patrulha, lanchas de resgate e ambulâncias fluviais busca reduzir o tempo de resposta e aumentar as chances de salvamento em áreas remotas.

Autoridades locais destacaram a importância de manter linhas de comunicação ativas e de informar horários de saída e chegada das embarcações junto às bases comunitárias. A adoção de sistemas de monitoramento via satélite e aplicativos de rastreamento é incentivada para melhorar a segurança no transporte aquaviário. Com as cheias no auge do ciclo hidrológico, a colaboração entre órgãos de segurança e saúde se mostra fundamental para garantir o atendimento tempestivo e minimizar riscos aos usuários das vias fluviais.

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