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Petistas questionam atuação do diretor-geral da PF Andrei Rodrigues na saída de Dias Toffoli da relatoria do caso Master

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Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, durante pronunciamento oficial. (Foto: Instagram)

Petistas avaliam de forma crítica a participação do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, na recente decisão que resultou na substituição do ministro Dias Toffoli como relator do chamado caso Master no Supremo Tribunal Federal. Para integrantes do partido, a movimentação reflete influência indevida de instâncias policiais sobre o julgamento de processos sensíveis na alta corte. A troca de relatoria surpreendeu observadores ao alterar o rumo de um inquérito que envolve apurações de grande repercussão nacional.

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Dentro das discussões internas, petistas destacam que a iniciativa de Andrei Rodrigues teria sido motivada por interesses políticos, dado o momento em que a Polícia Federal intensificou as diligências relacionadas ao inquérito. O episódio ganhou contornos ainda mais controversos pela proximidade temporal entre as ações do diretor-geral da PF e as decisões administrativas no STF, levantando dúvidas sobre a independência institucional de ambas as entidades.

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No Supremo Tribunal Federal, cada caso é distribuído a um ministro relator, responsável por conduzir relatórios, pautas e votos. Quando um ministro se declara impedido ou solicita afastamento da relatoria, o processo retorna à presidência do tribunal, que faz nova distribuição automática com base em critérios preestabelecidos. Foi nesse procedimento que o ministro Dias Toffoli deixou de ser responsável pelo caso Master, abrindo espaço para outro integrante da corte assumir a análise dos autos.

Andrei Rodrigues exerce o cargo de diretor-geral da Polícia Federal desde sua nomeação, respondendo pela coordenação das investigações e pela gestão estratégica das superintendências regionais. A posição envolve, entre outras atribuições, a interlocução com o Ministério da Justiça e o acompanhamento de operações de grande porte. Para petistas, o papel institucional de Andrei Rodrigues deveria se limitar a apurações técnicas, sem interferir em decisões do Supremo.

O caso Master diz respeito a uma investigação conduzida pela PF que apura supostas irregularidades envolvendo autoridades públicas, incluindo possíveis desvios de recursos e uso indevido de informações sigilosas. Desde sua deflagração, a operação teve repercussão na mídia e levantou debates sobre transparência, aplicação da lei e limites das estruturas de investigação criminal em casos que envolvem membros do Judiciário.

No cerne das críticas está o princípio da separação de poderes, fundamental para a democracia brasileira. A atuação de Andrei Rodrigues, conforme analisada por petistas, colocaria em risco o equilíbrio entre Executivo, Legislativo e Judiciário, além de comprometer a confiança pública nas instituições. Agora, o PT monitora desdobramentos e avalia medidas para questionar formalmente a troca de relatoria de Dias Toffoli, buscando garantir que episódios semelhantes não se repitam.

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