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Humor

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Caricatura satírica do STF ironiza falhas em gravações: ministros pedem ‘repetir’ sob um único microfone. (Foto: Instagram)

O humor é uma forma de expressão universal que tem acompanhado a humanidade desde os primórdios da comunicação verbal e gestual. Ele se manifesta de diversas maneiras, seja em piadas orais, textos escritos, esquetes teatrais ou produções audiovisuais. Ao provocar riso, o humor gera uma reação emocional que pode aliviar tensões, fortalecer vínculos sociais e criar um senso de comunidade. A flexibilidade dessa linguagem faz com que ela se adapte a diferentes culturas, faixas etárias e contextos históricos, mantendo, porém, uma característica central: a capacidade de brincar com ideias, situações e expectativas.

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Historicamente, já existiam reflexos de humor em civilizações antigas como a egípcia e a mesopotâmica, ainda que de forma menos documentada. Na Grécia Antiga, Aristóteles abordou o riso em sua obra “Poética”, sugerindo que a comédia funcionava como um espelho das imperfeições humanas. Durante a Idade Média, mestres de cerimônia e trovadores difundiram histórias cômicas em feiras e praças. No período da Renascença, dramaturgos como William Shakespeare exploraram a ampla gama de sentimentos humanos, incorporando cenas de humor físico e trocadilhos. Com a chegada da imprensa, charges e cartuns começaram a circular em massa, ampliando ainda mais o alcance desse recurso.

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Do ponto de vista psicológico, o humor é estudado como uma estratégia de enfrentamento de adversidades e estresse. Pesquisas indicam que rir libera endorfinas e reduz os níveis de cortisol, hormônio relacionado à tensão. Além disso, o senso de humor pode ser um indicador de criatividade e inteligência emocional, pois envolve a capacidade de construir conexões inusitadas entre ideias. Profissionais de saúde mental, por exemplo, utilizam o recurso terapêutico conhecido como “terapia do riso” para melhorar o bem-estar de pacientes, promovendo autoconhecimento, resiliência e coesão de grupos em situações de crise.

Existem diferentes tipos de humor que se sobressaem conforme o perfil do público e o propósito de quem cria a piada. A sátira, por exemplo, busca expor defeitos e incongruências de instituições ou comportamentos sociais, enquanto a ironia joga com duplos sentidos para subverter expectativas. O humor autodepreciativo permite que o autor faça piadas sobre si mesmo, gerando empatia, e o humor negro encara temas mais sensíveis por meio de um viés ácido e provocativo. No âmbito das artes performáticas, o stand-up comedy tornou-se fenômeno global, com comediantes explorando essas e outras categorias diretamente no palco.

Em termos sociais, o humor funciona como elemento integrador e crítico. Ele cria espaços de descontração em situações de trabalho e convivência, além de servir como ferramenta para questionar normas e conduzir debates de forma leve. Em empresas, treinamentos que envolvem dinâmicas de comédia melhoram a comunicação entre equipes. Nas redes sociais, memes e vídeos curtos permitem a disseminação ágil de observações bem-humoradas sobre acontecimentos cotidianos. Dessa maneira, o humor se consolida como recurso indispensável para a construção de um ambiente mais saudável, criativo e reflexivo.

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