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Presidente da entidade afirma que redução da jornada pode elevar cardápios em até 10% e agravar falta de mão de obra no setor

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Trabalhadores protestam na Avenida Paulista contra a jornada 6×1 (Foto: Instagram)

O Presidente da entidade destacou que a proposta de redução da jornada de trabalho, embora tenha o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos empregados, pode trazer impactos negativos para o segmento de alimentação fora do lar. Segundo o Presidente da entidade, ao diminuir o tempo de expediente por colaborador, as empresas do setor tendem a diluir custos em cardápios, elevando preços em até 10% para o consumidor final. Esse efeito, avalia a liderança da entidade, também pode intensificar a escassez de profissionais qualificados na cadeia de serviços.

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A entidade prevê que, além do reajuste nos valores dos pratos e bebidas, a restrição de horas obrigue restaurantes e bares a contratarem mais funcionários para suprir as demandas de atendimento e produção. Em setores que já enfrentam dificuldade para recrutar talentos, como cozinha industrial e serviço de salão, a pressão por novas vagas pode superar a oferta disponível no mercado. Para o Presidente da entidade, esse cenário eleva o custo operacional e pode gerar gargalos na escala de trabalho.

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Historicamente, discussões sobre a redução da jornada de trabalho no Brasil remontam aos debates legislativos que buscaram, desde a década de 1980, equilibrar a produtividade com a qualidade de vida do trabalhador. Propostas de sete horas diárias ou 30 horas semanais já foram apresentadas no Congresso Nacional e analisadas por especialistas em direito do trabalho. A esteira dessas iniciativas inclui experiências de pilotagem em setores públicos e privados, mas ainda há resistências em segmentos que dependem intensamente de mão de obra em turnos flexíveis.

Do ponto de vista econômico, a lógica para reajuste de preços ocorre porque, com menos horas de trabalho por funcionário, a empresa precisa ou aumentar a carga horária extra, sujeito a maior custo de horas extras, ou contratar novos colaboradores. Em ambos os casos, o gasto total com folha de pagamento cresce, pressionando a margem do negócio. O Presidente da entidade lembra que, em setores de baixa margem de lucro, essa variação pode ser repassada diretamente ao consumidor, refletindo no aumento de até 10% no valor dos cardápios.

No contexto internacional, experiências em países europeus mostram que a redução de jornada requer planejamento conjunto entre empregadores, trabalhadores e governo. Em algumas regiões, programas de adaptação foram lançados para mitigar o risco de aumento nos preços finais e evitar a deterioração na qualidade do serviço. A adoção de tecnologias, automação e reengenharia de processos costuma ser adotada como estratégia complementar para manter a competitividade sem sobrecarregar o consumidor.

Para o setor de alimentação, integrar essas soluções é fundamental. O Presidente da entidade reforça que qualquer mudança na legislação deve considerar análises de clima organizacional, pesquisas salariais e projeções de demanda. Com isso, busca-se equilibrar os ganhos em bem-estar dos trabalhadores e a sustentabilidade econômica dos negócios, minimizando impactos de inflação interna e escassez de mão de obra especializada.

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