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Ex-conselheiro investigado por violência doméstica em 2025 e por fraude eleitoral na Operação Degola em 2023

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Ex-conselheiro sob suspeita em dois inquéritos (Foto: Instagram)

O Ex-conselheiro foi alvo de apurações da Justiça em dois momentos distintos: em 2025, sob suspeita de violência doméstica com base na Lei Maria da Penha; e, anteriormente, em 2023, no âmbito da Operação Degola, por alegações de fraude no processo eleitoral. Essas duas investigações trouxeram à tona questionamentos sobre a conduta pública e privada dele, afetando sua imagem junto às instituições de controle e à sociedade.

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Em relação ao episódio de 2025, o Ex-conselheiro foi investigado após registro de ocorrência em delegacia especializada. A Lei Maria da Penha, sancionada em 2006, prevê medidas protetivas e punições para casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. Durante as diligências, a polícia civil colheu depoimentos de testemunhas e da suposta vítima, além de provas periciais que puderam indicar ocorrência de agressões físicas e psicológicas. O procedimento tramita em segredo de Justiça, e o Ministério Público acompanha cada etapa antes de oferecer eventual denúncia.

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Já na Operação Degola, deflagrada em 2023, o Ex-conselheiro respondeu a inquérito por suposta participação em esquema de adulteração ou falsificação de documentos e cadastros de eleitores. O objetivo da ação era coibir fraudes que comprometessem a lisura do processo eleitoral, como inclusão de votos fictícios e uso de registros duplicados para inflar resultados locais. A Polícia Federal, em conjunto com o Tribunal Regional Eleitoral, apreendeu computadores, celulares e documentos durante buscas realizadas em endereços ligados ao Ex-conselheiro.

A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) foi instituída com o propósito de combater a violência contra a mulher no âmbito doméstico e familiar. Além de definir tipos de violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, ela estabelece medidas de proteção imediata, como o afastamento do agressor do lar e proibição de contato. O cumprimento das regras é fiscalizado pelas delegacias especializadas, pela assistente social e pelos juízes de direito, que podem converter medidas protetivas em ações penais.

A Operação Degola, por sua vez, insere-se no contexto de operações especiais de combate a fraudes eleitorais, conduzidas principalmente pela Polícia Federal e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esse tipo de investigação demanda análise de bancos de dados, perícias técnicas de documentos e interceptações autorizadas pela Justiça Eleitoral. Desde 2023, o TSE tem fortalecido a cooperação com órgãos de segurança pública para prevenir práticas ilícitas que ameacem a transparência do pleito.

Atualmente, o inquérito referente à Lei Maria da Penha segue em fase de coleta de provas complementares, cabendo ao Ministério Público decidir pela apresentação de denúncia formal. Quanto ao caso ligado à Operação Degola, a defesa do Ex-conselheiro tem contestado a conclusão das perícias e solicitado novas diligências. A decisão final sobre a responsabilidade criminal dependerá dos elementos trazidos aos autos e do julgamento pelo tribunal competente.

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