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Polícia Militar aponta que homem que disparou na Marginal tinha ficha por homicídio, estupro e outros crimes

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Pistola apreendida sob o painel de um carro na Marginal (Foto: Instagram)

De acordo com informações preliminares da Polícia Militar (PM), o homem que disparou tiros para o alto na Marginal já possuía antecedentes criminais por homicídio, estupro e diversas outras infrações de grande gravidade. A corporação identificou que ele cumpriu penas anteriormente e estava sob monitoramento por essas acusações anteriores.

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Conforme o boletim da PM, o episódio ocorreu no trecho viário mais movimentado da Marginal, quando o suspeito sacou uma arma de fogo e fez disparos para cima, sem atingir diretamente pedestres ou veículos. Agentes que faziam patrulhamento de rotina foram acionados por testemunhas e conseguiram deter o indivíduo antes que novos tiros fossem efetuados.

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Em seguida à prisão em flagrante, a PM encaminhou o homem à delegacia especializada em crimes contra a vida, onde foram reabertas investigações relacionadas aos delitos anteriores de homicídio e estupro. Os policiais consultaram o sistema de antecedentes e confirmaram que havia decisões judiciais transitadas em julgado referentes a esses crimes, além de outras ocorrências registradas ao longo dos anos.

A Marginal, via expressa que margeia o rio, figura com frequência em ações policiais devido ao grande fluxo de veículos e pedestres, o que potencializa riscos em situações de disparos com arma de fogo. A Polícia Militar destacou, em nota, a importância do patrulhamento ostensivo naquela região para coibir ataques e garantir a segurança de quem transita diariamente pelo local.

Entidades ligadas à área de segurança pública ressaltam que casos de reincidência em crimes graves, como homicídio e estupro, demonstram fragilidades no acompanhamento pós-libertação. A legislação brasileira prevê o monitoramento eletrônico e ressocialização, mas especialistas apontam a necessidade de reforço em políticas de prevenção à reincidência, sobretudo para indivíduos com histórico extenso.

O Código Penal estabelece penas rigorosas para homicídio e estupro, com agravantes que podem elevar a punição conforme as circunstâncias de cada caso. A soma dos delitos anteriores ao novo flagrante pelo disparo de arma de fogo na Marginal deverá ser considerada durante a audiência de custódia e no processo penal subsequente, possibilitando medidas cautelares mais severas.

Até o fechamento desta reportagem, a PM informava que o homem permanecia preso na carceragem provisória, aguardando decisão judicial. A corporação reforçou que continuará intensificando as operações na Marginal para reduzir ocorrências de violência e garantir a ordem pública no trecho, onde há grande circulação de trabalhadores, estudantes e usuários do transporte coletivo.

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