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Lancha colidiu em píer no Rio Grande no sábado (21/2) e deixa seis mortos e nove feridos

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Bombeiros militares observam lancha submersa após colisão no píer do Rio Grande (Foto: Instagram)

Uma lancha de passeio chocou-se contra um píer na orla do Rio Grande na tarde deste sábado (21/2), resultado em seis vítimas fatais e nove feridos. De acordo com relatos de testemunhas, a embarcação trafegava em alta velocidade quando perdeu o controle e atingiu a estrutura de madeira, provocando o desabamento de parte do píer. O acidente ocorreu por volta das 15h30, no trecho mais movimentado do porto, e mobilizou equipes de emergência para o local.

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Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) prestaram os primeiros socorros às pessoas que caíram na água ou ficaram presas nas ferragens. Nove pessoas com ferimentos leves e moderados foram encaminhadas a hospitais da região e passam por avaliações. As buscas por eventuais desaparecidos foram encerradas no início da noite, sem registro de novos casos além dos já contabilizados.

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Autoridades marítimas do Rio Grande bloquearam o acesso ao cais para perícia e iniciaram a coleta de imagens de câmeras de segurança instaladas na região. Técnicos avaliam a integridade da embarcação e investigam possíveis falhas mecânicas ou erro humano. Segundo os primeiros levantamentos, o condutor pode não ter percebido a aproximação excessiva ao píer devido à turbulência gerada por outras embarcações, mas as causas exatas ainda serão confirmadas após análise dos equipamentos de navegação.

Especialistas em segurança náutica ressaltam que colisões com píer são eventos que demandam atenção tanto dos condutores quanto dos operadores portuários. A Marinha do Brasil determina protocolos para atracação e manobra de embarcações de pequeno porte, incluindo limites de velocidade e sinalização luminosa. O descumprimento dessas regras pode acarretar em multas, cassação de habilitação e responsabilização civil e criminal do responsável pela embarcação.

Casos semelhantes de acidentes envolvendo lanchas têm sido registrados ao longo dos últimos anos em diferentes rios e lagos do país, sobretudo em regiões turísticas onde o fluxo de embarcações é intenso. Organizações de defesa da vida aquática recomendam o uso obrigatório de coletes salva-vidas para todos os ocupantes e a realização de cursos específicos de navegação em águas interiores. A adoção de medidas preventivas é apontada como a melhor forma de reduzir o número de incidentes e salvar vidas.

No Rio Grande, a tragédia deste sábado reforça a necessidade de investimentos contínuos em infraestrutura portuária e em campanhas de conscientização sobre segurança náutica. Familiares das vítimas aguardam orientação das autoridades para remoção dos corpos e assistência psicológica. Enquanto isso, operadores e navegadores da região debatem formas de evitar que novos acidentes acabem em perdas tão graves.

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