
Baralho do Crime aponta ‘Binho Cu de Bosta’ como alcançado (Foto: Instagram)
O criminoso conhecido como "Cu de bosta" tem participação direta em casos de homicídios, tráfico de drogas, agiotagem e lavagem de dinheiro. Ele integrava o Baralho do Crime, ferramenta usada por autoridades para identificar e capturar suspeitos de alta periculosidade. A presença de "Cu de bosta" nessa lista reforça o grau de violência e os múltiplos esquemas financeiros ilícitos associados ao seu nome desde que as investigações se intensificaram.
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A prática de homicídios envolve a ação direta no planejamento e execução de morte de terceiros, caracterizando crime doloso contra a vida. No Brasil, esse tipo de delito é classificado no Código Penal como artigo 121 e pode resultar em pena que varia de seis a trinta anos de reclusão, conforme circunstâncias agravantes, como motivo torpe ou meio cruel. As investigações ligadas a "Cu de bosta" apontam que ele teria ordenado e executado ataques motivados por disputas territoriais e vinganças pessoais.
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O tráfico de drogas, outro crime atribuído a "Cu de bosta", consiste na importação, exportação, distribuição ou venda de substâncias proibidas. No contexto brasileiro, redes de narcotráfico operam em rotas nacionais e internacionais, utilizando meios como transporte terrestre, ferroviário e fluvial. A legislação prevê reclusão de cinco a quinze anos para quem fabrica ou comercializa entorpecentes, podendo a pena ser aumentada em função de minorias ou envolvimento com organizações criminosas estruturadas.
A agiotagem caracteriza-se pelo empréstimo de dinheiro com cobrança de juros excessivos, muito acima dos limites legais estabelecidos pelo Banco Central. Essa prática ilegal afeta comerciantes, trabalhadores e pessoas em situação de vulnerabilidade, que recorrem a crédito informal em troca de taxas abusivas. Além de gerar prejuízos financeiros às vítimas, a agiotagem frequentemente se associa a ameaças, violência física e intimidação para cobrança, especialmente quando intermediada por organizações criminosas.
Já a lavagem de dinheiro envolve disfarçar a origem ilícita de recursos obtidos por meio de crimes, tornando-os aparentemente legais. Os métodos incluem uso de empresas de fachada, contas bancárias no exterior, remessas internacionais e compra de bens de alto valor, como imóveis e veículos de luxo. O processo ocorre em fases de colocação, ocultação e integração, permitindo que o criminoso desfrute dos lucros sem levantar suspeitas nas investigações financeiras.
O Baralho do Crime, criado por órgãos de segurança pública, reúne dezenas de suspeitos de alta periculosidade em um baralho convencional, substituindo figuras clássicas por criminosos mais procurados. Cada carta traz foto, nome e principais informações sobre mandados de prisão em aberto, crimes cometidos e recompensas oferecidas. A inclusão de "Cu de bosta" nesse baralho teve o objetivo de ampliar a visibilidade do caso e estimular denúncias, contribuindo para operações de captura em todo o território nacional.


