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Dólar opera em alta de 0,20% a R$ 5,17 e Ibovespa sobe 0,64% no início do pregão na B3

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Dólar sobe a R$ 5,17 e Ibovespa avança 0,64% (Foto: Instagram)

No início do pregão na B3, a moeda americana apresentava leve alta de 0,20%, cotada a R$ 5,17. O Ibovespa, principal índice da B3, subia 0,64%, refletindo a combinação de fatores externos e internos que influenciam as negociações na bolsa brasileira. A movimentação acompanha o apetite por risco no mercado global, com investidores recalibrando posições após dados recentes de inflação nos Estados Unidos e à espera de novas sinalizações de política monetária.

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No front externo, o desempenho das bolsas em Nova York e na Europa impacta diretamente o fluxo de capitais para mercados emergentes como o brasileiro. As preocupações com a alta de juros pelo Federal Reserve e indicadores de atividade industrial na China também ajudam a explicar a valorização moderada do dólar frente ao real. No cenário local, analistas acompanham atentamente o avanço das negociações políticas e a agenda de política econômica, fatores que podem aumentar a volatilidade no câmbio e influenciar o índice Ibovespa ao longo do dia.

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O Ibovespa é composto por cerca de 80 ações de empresas com maior liquidez na B3, incluindo setores como financeiro, de commodities, energia e varejo. Suas oscilações diárias refletem o desempenho isolado de companhias como Petrobras, Vale, Itaú Unibanco e Ambev, além de capturar o sentimento de investidores estrangeiros que buscam diversificação. A leve alta inicial de 0,64% sinaliza otimismo, mas o índice pode encontrar resistência caso ocorram surpresas negativas em resultados corporativos ou em indicadores macroeconômicos.

Em paralelo, o dólar tem apresentado trajetória de recuperação frente ao real desde o início do ano, quando fatores como aperto monetário no exterior e incertezas fiscais no Brasil pressionaram a cotação. A atuação do Banco Central brasileiro, por meio de leilões de swap cambial e intervenções indiretas, busca amenizar movimentos abruptos. A taxa Selic, atualmente em 13,75% ao ano, exerce influência sobre a atratividade de ativos domésticos e, consequentemente, sobre o fluxo de investimentos estrangeiros que impactam a B3 e a curva de câmbio.

Para o restante do pregão, operadores devem monitorar a divulgação de indicadores de vendas no varejo, produção industrial e eventuais comentários de autoridades econômicas, tanto no Brasil quanto no exterior. O comportamento do dólar a R$ 5,17 e o rumo do Ibovespa são reflexos imediatos dessa confluência de variáveis. Caso não ocorram notícias inesperadas, o mercado pode seguir calibrando expectativas para decisões de política monetária e para projeções de crescimento econômico ao longo dos próximos meses.

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