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Casa desaba no Jardim Ângela, zona sul de São Paulo; bombeiros afirmam que morador não estava no local

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Bombeiros isolam área após desabamento de residência no Jardim Ângela (Foto: Instagram)

A casa desabou por volta das 8h50, no Jardim Ângela, zona sul de São Paulo. Segundo os bombeiros, o morador do imóvel não estava no local no momento do acidente, evitando possíveis ferimentos diretos. O desabamento atraiu a atenção de vizinhos e passou a ser controlado imediatamente pelas equipes de resgate.

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Como não havia ninguém na residência, não foram registradas vítimas ou feridos. A equipe do Corpo de Bombeiros isolou a área ao redor do terreno e iniciou a fiscalização preliminar dos escombros, com o objetivo de apontar eventuais falhas estruturais que possam ter provocado o colapso da construção.

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O bairro do Jardim Ângela é conhecido por sua complexa dinâmica urbana e por abrigar uma população diversificada, com empreendimentos que variam de construções regulares a ocupações informais. Nas últimas décadas, a região recebeu investimentos em infraestrutura, como pavimentação de vias e instalação de redes de água e esgoto, mas ainda enfrenta desafios relacionados à estabilidade de algumas edificações.

Muitas casas na área foram erguidas de forma independente, sem a necessária aprovação de projetos arquitetônicos e estruturais. Essa prática, comum em bairros periféricos da capital paulista, pode resultar em construções submetidas a esforços além da capacidade prevista, principalmente quando não há acompanhamento técnico adequado durante a execução da obra.

A atuação do Corpo de Bombeiros de São Paulo é fundamental para atender a ocorrências desse tipo, envolvendo riscos imediatos e potenciais danos a imóveis vizinhos. As equipes utilizam técnicas de avaliação estrutural e equipamentos especializados para garantir a segurança de quem reside ou circula nas proximidades, além de recomendar ações emergenciais, como contenção de escombros e reforço de paredes remanescentes.

Especialistas em engenharia civil apontam que a combinação de solo argiloso, alta pluviosidade e ausência de sistemas de drenagem eficientes pode comprometer as fundações de construções leves. Mesmo edificações de alvenaria simples correm risco de colapso quando submetidas a infiltrações prolongadas e pressão hidrostática excessiva, sobretudo em terrenos irregulares e com histórico de movimentação de massa.

Nos últimos anos, a cidade de São Paulo registrou diversos casos de desabamentos, especialmente em regiões periféricas e áreas de ocupação mais antiga. Esses incidentes costumam ocorrer em momentos de chuvas intensas, quando o solo perde resistência, e motivam revisões nos critérios de fiscalização e manutenção de imóveis destinados à moradia popular.

Incidentes dessa natureza reforçam a necessidade de políticas públicas que incentivem a regularização fundiária, promovam a consulta a profissionais de engenharia e arquitetaura e garantam a realização de vistoria periódica em construções. A conscientização de moradores, acompanhada de ações conjuntas do poder público e da iniciativa privada, é considerada essencial para reduzir riscos e preservar a segurança de toda a comunidade.

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