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Estudo associa apenas uma taça de vinho ou um copo de cerveja por dia a mudanças na distribuição de gordura no corpo e riscos à saúde

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Consumo moderado de álcool pode intensificar gordura abdominal (Foto: Instagram)

O Estudo apontou que o simples consumo diário de uma taça de vinho ou de um copo de cerveja já pode alterar a forma como o organismo distribui gordura e aumentar riscos à saúde. Segundo a pesquisa, essa quantidade considerada moderada de álcool está ligada a um acréscimo no acúmulo de gordura na região abdominal, com possíveis impactos no metabolismo e no bem-estar do indivíduo.

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A pesquisa avaliou hábitos de consumo leve de bebida alcoólica, classificando como uma taça de vinho – geralmente cerca de 150 ml – ou um copo de cerveja – em torno de 300 ml – por dia. Os resultados apontaram que, mesmo com essa dose reduzida, há alteração na distribuição de depósitos de gordura no corpo, favorecendo o tecido adiposo visceral em vez do subcutâneo. Essa mudança pode não se refletir imediatamente no peso corporal, mas tem repercussões diretas na saúde metabólica a longo prazo.

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De acordo com o Estudo, a maior retenção de gordura visceral costuma estar associada a um risco elevado de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica. O tecido visceral envolve órgãos internos, como fígado e pâncreas, e produz substâncias inflamatórias que podem comprometer o funcionamento desses órgãos. Por sua vez, a gordura subcutânea, acumulada sob a pele, tem menor impacto inflamatorio e menor relação com doenças crônicas.

Especialistas em nutrição e saúde metabólica destacam que o consumo de álcool altera o processo de lipogênese e lipólise, influenciando enzimas como a lipase lipoproteica. Esse desequilíbrio favorece o armazenamento de gordura em áreas consideradas menos saudáveis, mesmo quando a ingestão alcoólica se mantém dentro dos limites considerados moderados pelas diretrizes internacionais.

Além disso, o Estudo enfatiza que a distribuição de gordura corporal não depende apenas das calorias ingeridas, mas também da maneira como o organismo responde a cada nutriente e substância, incluindo o álcool. Por exemplo, o etanol presente na bebida estimula a produção de acetil-coenzima A e de novas moléculas de gordura no fígado, processo conhecido como lipogênese de novo, o que explica o aumento de gordura visceral.

Embora muitas pessoas considerem o consumo de uma dose diária seguro, os resultados mostram que até mesmo esse nível pode representar um fator de risco a médio e longo prazo. A recomendação geral de organizações de saúde é manter um padrão de consumo que minimize a exposição a possíveis complicações, com pausas entre dias de ingestão alcoólica e preferência por alternativas sem álcool.

Em termos de políticas públicas e orientações clínicas, o Estudo contribui para reforçar a importância do exame da composição corporal em consultas médicas e avaliações de risco. Ferramentas como bioimpedância e exames de imagem podem identificar a porcentagem de gordura visceral, permitindo intervenções precoces e programas de hábitos de vida mais adequados para cada perfil de paciente.

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