
Foguete SLS da missão Artemis IV em preparação no VAB da NASA (Foto: Instagram)
O objetivo agora será da Artemis IV, missão que sucede as fases iniciais do programa Artemis, embora a agência responsável mantenha a previsão de voo para 2028. A alteração reforça o compromisso de avançar progressivamente na exploração lunar, com foco em ampliar as capacidades de pouso e permanência na superfície. Conforme o cronograma oficial, o lançamento da Artemis IV seguirá a série de testes e verificações previamente estabelecidos, garantindo que cada etapa seja concluída dentro do prazo estipulado.
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Nas fases anteriores do programa Artemis foram realizados ensaios sem tripulação e simulações de missão, permitindo validar sistemas de lançamento e comprovar a resistência das naves às condições do espaço. Cada etapa envolveu testes em órbita terrestre e manobras orbitais próximas ao satélite natural, fundamentais para avaliar o desempenho dos componentes antes da inserção de astronautas. Essa estratégia em etapas proporcionou dados precisos para as equipes de engenharia, aperfeiçoando procedimentos de voo e aumentando a confiabilidade das futuras missões.
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O programa Artemis tem como meta retomar a presença humana na Lua de forma sustentável, permitindo o estabelecimento de bases científicas para pesquisa de longa duração. A iniciativa busca não apenas alcançar novos recordes de permanência lunar, mas também servir como base para futuras expedições a Marte e além. Com design modular e escalável, o programa oferece maior flexibilidade nas missões, possibilitando a incorporação de inovações tecnológicas à medida que o projeto avança.
Em termos de arquitetura, a Artemis IV deve combinar um poderoso lançador, um módulo de comando e serviço e um módulo de pouso adaptado para operações estendidas na superfície lunar. A preparação inclui testes estruturais, avaliações de sistemas de propulsão e simulações de ambientes lunares em câmaras de vácuo. Além disso, os controladores de missão aprimoram o planejamento de trajetória, orientando fases de cruzeiro, inserção em órbita lunar e descida controlada até o solo do satélite.
Manter o cronograma até 2028 exige a coordenação de equipes multidisciplinares, investimento em infraestrutura de solo e qualificações de pessoal especializado. Os engenheiros trabalham na calibração de sistemas de comunicação, energização de painéis solares e estratégias de proteção contra radiação. Paralelamente, instrutores treinam potenciais tripulantes em cenários de contingência e extravehicular, assegurando que cada aspecto da missão esteja alinhado com os objetivos de precisão e segurança.


