
Especialistas apontam vegetal rico em bioativos como aliado dos rins (Foto: Instagram)
O nefrologista Elber Rocha detalha como as substâncias naturais presentes nesse vegetal podem agir em prol da saúde renal. Segundo o especialista, a combinação de compostos bioativos, vitaminas e minerais favorece a redução de inflamações no tecido renal, além de apoiar a filtração de resíduos metabólicos. Embora o consumo desse alimento não deva substituir tratamentos médicos convencionais, Elber Rocha ressalta que ele funciona como um importante coadjuvante na manutenção do equilíbrio orgânico e na prevenção de complicações renais.
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A função básica dos rins inclui filtrar o sangue, eliminar toxinas e regular o balanço de água e eletrólitos no organismo. Esse processo de depuração ajuda a manter a pressão arterial estável e controla volumes de fluidos corporais. A alimentação, quando bem planejada, exerce papel fundamental nesse cenário, já que nutrientes específicos podem aprimorar a eficiência dos néfrons – estruturas responsáveis pela captação e excreção de resíduos. Uma dieta equilibrada, rica em fibras e pobre em sódio, também diminui o risco de formação de cálculos urinários.
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Entre os principais componentes encontrados nesse vegetal estão antioxidantes como flavonoides e carotenoides, vitaminas do complexo B e vitamina C, além de minerais como potássio, magnésio e cálcio. Conforme enfatiza Elber Rocha, os antioxidantes ajudam a neutralizar radicais livres, impedindo danos celulares que podem resultar em comprometimento da função renal. O potássio e o magnésio colaboram no controle da pressão arterial, reduzindo a carga de trabalho sobre os vasos sanguíneos que irrigam os rins.
Adicionalmente, a fibra dietética presente no vegetal contribui para a regulação do trânsito intestinal e para a eliminação de substâncias potencialmente prejudiciais. Esse efeito prebiótico também favorece o equilíbrio da microbiota, refletindo positivamente nos processos metabólicos que impactam a toxicidade corporal. A hidratação, potencializada pela alta porcentagem de água no alimento, auxilia na formação de urina menos concentrada, diminuindo a possibilidade de formação de pedras nos rins.
Para incorporar esse vegetal à rotina alimentar, especialistas recomendam o consumo fresco ou em preparações leves, como saladas, sucos verdes e sopas. É importante lavar bem as folhas e cascas, caso presentes, para eliminar resíduos de pesticidas. Embora seja indicado como parte de uma dieta saudável, o aporte diário deve ser adaptado às necessidades individuais, sobretudo em casos de pacientes com disfunções renais avançadas. Em todas as situações, a orientação de um profissional de saúde, preferencialmente um nefrologista, é fundamental para adequar quantidades e evitar desequilíbrios nutricionais.


