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Mel Lisboa revela contrair HPV após traição; especialista Dr. Vinicius Bassega explica sintomas, prevenção e tratamento

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Nesta semana, a atriz Mel Lisboa contou que contraiu HPV do namorado que a traía, e o portal LeoDias conversou com o ginecologista Dr. Vinicius Bassega para detalhar as consequências do vírus, seus sintomas, formas de prevenção e opções de tratamento.

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Dr. Vinicius Bassega explica que HPV é a sigla para Papilomavírus Humano, um grupo com mais de 200 tipos de vírus capazes de infectar pele e mucosas, sobretudo nas regiões genital, anal e orofaríngea. De acordo com o especialista, trata-se de uma infecção sexualmente transmissível (IST) extremamente frequente, sendo que muitas pessoas nunca chegam a perceber que estão infectadas.

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Na maior parte dos casos, a infecção por HPV não provoca sinais aparentes, permanecendo adormecida por meses ou até anos. Quando surgem manifestações clínicas, podem aparecer verrugas na região genital ou anal — popularmente chamadas de “crista de galo” ou “figueira” — que geralmente não doem, mas podem causar coceira ou desconforto. É importante destacar que nem todo HPV resulta em câncer: existem tipos de baixo risco, associados a verrugas, e tipos de alto risco, denominados oncogênicos, que podem levar ao desenvolvimento de tumores.

Algumas variações de HPV de alto risco estão relacionadas a lesões pré-cancerosas e a diferentes tipos de câncer, sobretudo o câncer de colo do útero. O vírus também pode contribuir para o surgimento de câncer de ânus, pênis, boca e garganta. Esse quadro costuma ocorrer quando a infecção por tipos oncogênicos persiste ao longo de anos sem detecção ou tratamento. Por isso, o rastreamento periódico por meio do exame de Papanicolau ou do teste de DNA-HPV, aliado à vacinação, é fundamental para interromper essa progressão.

Para prevenir o HPV, a principal estratégia recomendada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é a vacinação disponível para meninas e meninos em idade adequada, geralmente na faixa etária de 9 a 14 anos. Além disso, o uso correto de preservativos interno ou externo reduz o risco de contágio, embora não elimine completamente a possibilidade de infecção, já que o HPV pode estar presente em áreas não cobertas pela camisinha, como vulva, região púbica e bolsa escrotal.

Os exames periódicos, especialmente o Papanicolau para mulheres, permanecem como grande aliado na detecção de alterações celulares no colo do útero antes que evoluam para câncer. Já o tratamento para HPV varia conforme cada caso: não há um “remédio universal” para eliminar o vírus, pois muitas vezes o organismo consegue controlá-lo espontaneamente. Quando há verrugas ou lesões, aplica-se terapias tópicas, crioterapia ou procedimentos cirúrgicos para removê-las, sempre acompanhados de avaliações regulares, uma vez que o vírus pode permanecer no organismo e provocar recidivas. É essencial também orientar a parceria sexual, pois o HPV pode estar presente mesmo sem sinais visíveis.

Segundo Dr. Vinicius Bassega, o contato com o Papilomavírus Humano ao longo da vida é extremamente comum entre pessoas sexualmente ativas. Estudos epidemiológicos indicam que mais de 80% das mulheres e mais de 90% dos homens terão contato com pelo menos um tipo de HPV em algum momento, reforçando a importância de medidas de prevenção, rastreamento e vacinação para reduzir significativamente o impacto dessa infecção na saúde pública.

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