Nesta quarta-feira, 11 de março, o apresentador Ratinho fez declarações polêmicas ao vivo durante seu programa, direcionadas à deputada Érika Hilton. Ele afirmou: “Para ser mulher tem que ter útero”, gerando repercussão nas redes sociais e entre os telespectadores. As palavras de Ratinho foram vistas como uma afronta às discussões sobre identidade de gênero e direitos das mulheres.
A deputada Érika Hilton, conhecida por sua atuação em defesa dos direitos LGBTQIA+ e das mulheres, não hesitou em responder às críticas. Hilton, que é uma das vozes mais ativas no Congresso Nacional sobre questões de gênero, expressou sua indignação nas redes sociais, ressaltando a importância de respeitar todas as identidades e a diversidade que existe entre as mulheres.
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As declarações de Ratinho foram recebidas com reações mistas. Enquanto alguns apoiaram seu ponto de vista, muitos outros, incluindo ativistas e especialistas em gênero, criticaram suas afirmações, considerando-as desatualizadas e prejudiciais. O debate sobre o que significa ser mulher, especialmente em um contexto em que a identidade de gênero é cada vez mais discutida, foi intensificado por essa declaração.
Érika Hilton, em sua defesa, lembrou que a luta pelos direitos das mulheres é inclusiva e deve abranger todas as pessoas que se identificam como mulheres, independentemente de características biológicas. Ela destacou que a sociedade precisa avançar em suas compreensões sobre gênero e que comentários como os de Ratinho apenas perpetuam estigmas e desinformação.

