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Academia em São José dos Campos abre investigação após orientação a engenheira

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John Boy Academia abre investigação após abordagem a aluna por top fitness (Foto: Instagram)

A John Boy Academia, localizada em São José dos Campos, anunciou que iniciou uma investigação interna após um incidente envolvendo a engenheira Poliana Frigi. Ela relatou que uma funcionária da academia sugeriu que ela cobrisse o top que estava usando.

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A academia, situada no interior de São Paulo, declarou tratar o caso com "máxima seriedade". Em comunicado nas redes sociais, a instituição afirmou estar tentando contato direto com Poliana, revisando seus protocolos de atendimento e implementando treinamentos sobre respeito, diversidade e inclusão. Além disso, pediu desculpas às pessoas afetadas pelo episódio.

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Poliana respondeu à nota da academia em um comentário no próprio post: "Diferente do que foi dito, em nenhum momento entraram em contato comigo para pedir desculpas ou esclarecer o ocorrido. A única 'manifestação' foi essa publicação, que não explica a conduta dos funcionários nem assume a responsabilidade pelo que aconteceu".

"No dia, tentei resolver a situação de forma respeitosa, mas fui informada de que 'não havia o que fazer', pois era um procedimento da academia. Pedi para falar com o gerente, Luís Fernando (se não me engano), e me disseram que ele estava ciente e concordava com a abordagem", relatou a engenheira. Ela ainda expressou que "é revoltante ver uma versão pública que não condiz com a realidade, enquanto o desrespeito que vivi é minimizado. Espero, no mínimo, transparência, responsabilidade e respeito, coisas que faltaram no momento em que mais precisei".

O QUE ACONTECEU
Na publicação onde narra o ocorrido, Poliana conta que usava uma peça de roupa de uma marca fitness conhecida quando foi abordada pela recepcionista da John Boy Academia, no bairro Jardim Oswaldo Cruz. A funcionária perguntou se ela "estava de sutiã". "Fiquei preocupada e disse que não, mostrando a marca e explicando que não era."

Poliana afirma que a funcionária mencionou que "estavam reclamando da peça de roupa", já que a alça do top era "muito fina". Em seguida, foi orientada a colocar uma blusa por cima. "Ela disse: 'Você não teria uma camiseta para colocar por cima? Porque tem homens casados aqui e não fica legal para você, né'. Na hora, fiquei em choque e só respondi que não tinha", contou.

Segundo a engenheira, após o incidente, começou a se sentir mal. "Comecei a me olhar no espelho e pensei: 'Será que estou realmente com um top pequeno?'". Posteriormente, relatou o ocorrido ao namorado, e ambos decidiram ir juntos à recepção para discutir o caso.

Poliana solicitou o contato do gerente da academia para formalizar uma reclamação sobre a conduta da funcionária. A funcionária teria dito que sua atitude foi autorizada pelo gerente por telefone e que era um procedimento local.

"Então quer dizer que ela informou ao gerente que eu estava de sutiã, ou enviou uma foto minha sem autorização para ele, perguntando se podia me abordar ou não. E ela respondeu ao meu namorado que sim, que essa foi a recomendação, e outra moça na recepção concordou, dizendo que a alça [da roupa] era muito fina", relatou.

A engenheira também mencionou que, após o ocorrido, não recebeu nenhum contato direto da academia, apenas uma nota na página oficial do estabelecimento. "Isso mostra que o problema está sempre em nós, mulheres, e não nos homens casados que estão no local, ou por não ser um ambiente seguro, já que me orientaram a cobrir meu corpo por 'segurança'".

Poliana destacou que não registrou boletim de ocorrência, mas está em contato com um advogado para decidir os próximos passos.

CONFIRA A NOTA DA ACADEMIA NA ÍNTEGRA:
“A John Boy Academia tomou conhecimento das manifestações recentes envolvendo uma aluna em uma de nossas unidades e esclarece que o caso está sendo tratado com a máxima seriedade e atenção.

Nosso compromisso sempre foi proporcionar um ambiente respeitoso, seguro e acolhedor para todos os alunos, pautado pelo respeito à individualidade e à dignidade de cada pessoa.

Entendemos que qualquer situação que possa gerar desconforto deve ser abordada com sensibilidade, cuidado e responsabilidade. Por isso, iniciamos imediatamente uma apuração interna para compreender integralmente o ocorrido.

Estamos buscando contato direto com a aluna envolvida para ouvi-la. Internamente, já iniciamos a revisão de nossos protocolos de atendimento e comunicação, incluindo treinamentos voltados a respeito, diversidade e inclusão para toda a equipe.

A academia reforça que não compactua com condutas inadequadas ou que possam causar constrangimento e reafirma seu compromisso com a melhoria contínua de seus processos.

Pedimos desculpas à nossa aluna e a todos que se sentiram afetados por este episódio. Reconhecemos que erros podem ocorrer, mas o que define uma organização é a forma como eles são enfrentados — e estamos comprometidos em evoluir com responsabilidade e respeito.

Seguimos firmes em nosso compromisso de aprimorar continuamente nossos processos, sempre priorizando o bem-estar e o respeito aos nossos alunos”.

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