
Hannah Montana ressurge com o icônico visual Y2K (Foto: Instagram)
Muito além das produções chamativas, a beleza foi onde Hannah Montana construiu uma identidade inesquecível — e que, nesta terça-feira (24/3), ressurge fortemente impulsionada pela estética Y2K. Entre perucas loiras impecáveis, maquiagem cintilante e penteados cheios de atitude, a personagem ajudou a definir o conceito de “popstar” nos anos 2000.
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O cabelo, por exemplo, tornou-se quase um símbolo. O loiro longo, ultrabrilhante e sempre alinhado funcionava como uma espécie de “transformação mágica” entre Miley Stewart e sua versão de estrela pop.
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Mais do que comprimento, o visual apostava em camadas suaves e franjas laterais, reforçando o glamour acessível que marcou a época. Hoje, essa estética retorna repaginada, com tons mais naturais e cortes como curtain bangs, que atualizam o clássico sem perder a essência.
O impacto vai além do icônico loiro. A era Y2K — que moldou a série — também trouxe uma série de tendências capilares que orbitavam esse universo: mechas destacadas na frente do rosto, acessórios coloridos e penteados simples, como rabos de cavalo com fios soltos. Era menos sobre técnica e mais sobre personalidade.
Na maquiagem, Hannah Montana seguia a mesma lógica maximalista. Os olhos eram o centro de tudo: sombras metálicas, tons de azul, lilás e prata, além de muito brilho e acabamento cintilante — elementos clássicos da beleza dos anos 2000 que hoje voltam em versões mais suaves.
O delineado marcante e o lápis preto também apareciam com frequência, criando um contraste com a pele mais leve.
Já os lábios seguiam o oposto: glosses volumosos com acabamento espelhado e, muitas vezes, em tons rosados ou nude, eram indispensáveis para completar o visual de popstar. A combinação entre olhos intensos e boca brilhante virou assinatura da personagem — e segue sendo replicada nas tendências atuais.
A estética Y2K vive um momento de nostalgia forte, e Hannah Montana é um dos maiores símbolos dessa era. Ao revisitar cabelo e maquiagem da personagem, a indústria da beleza não apenas resgata tendências, como também atualiza um imaginário coletivo marcado por brilho, excesso e liberdade estética.


