A CPMI do INSS não conseguiu localizar a influenciadora Martha Graeff para prestar depoimento na última segunda-feira (23), e passou a avaliar medidas para garantir sua oitiva, incluindo a possibilidade de condução coercitiva, já que ela reside em Miami e não foi encontrada a tempo da convocação. A comissão investiga fatos relacionados ao caso envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-noivo da influenciadora.
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Segundo informações divulgadas, uma das alternativas em análise é solicitar que Martha seja levada para depor caso não apresente justificativa considerada adequada para a ausência.
A possibilidade de condução coercitiva foi discutida por interlocutores do presidente da comissão, senador Carlos Viana, como medida para assegurar o depoimento. A influenciadora ganhou notoriedade após o vazamento de conversas com Vorcaro, nas quais o empresário relatava encontros com autoridades da República.
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A intenção inicial da CPMI era ouvir Martha entre os últimos depoimentos, já que a comissão se aproxima do fim do prazo de funcionamento.
Ainda há expectativa de que o ministro do STF André Mendonça avalie um pedido de prorrogação dos trabalhos da comissão, apesar da resistência do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre.


