
Segurança que abordou enteada de Jorginho atuava para Sabrina Carpenter (Foto: Instagram)
A confusão que envolveu a enteada do jogador do Flamengo Jorginho, Ada Law, de 11 anos, a cantora Chappell Roan e um segurança tomou um rumo inesperado. Descobriu-se que o segurança estava, na verdade, trabalhando para outra diva pop.
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Após o segurança Pascal Duvier se manifestar sobre o incidente nas redes sociais nesta quarta-feira (25/3), internautas encontraram um vídeo que mostra ele acompanhando a cantora Sabrina Carpenter enquanto ela saía de um jantar em São Paulo na quinta-feira anterior (19/3) – dois dias antes do incidente com a jovem.
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O segurança também foi visto ajudando a equipe de Sabrina Carpenter durante a participação surpresa de Luísa Sonza em um show da cantora.
O portal britânico The Sun já havia relatado que Duvier esteve ao lado de Sabrina Carpenter em outras ocasiões. Ele também é conhecido por ter deixado a segurança de Kim Kardashian após um assalto polêmico à casa da empresária.
Chappell Roan já tinha negado que Duvier fizesse parte de sua equipe. Ao Metrópoles, a assessoria da cantora afirmou que “Pascal Duvier não era o segurança pessoal de Chappell Roan no Brasil e estava no local acompanhando outro artista”, sem dar mais detalhes.
“Chappell Roan utilizou o mesmo segurança pessoal em suas turnês neste ano na Austrália, na França e na América do Sul, incluindo no Brasil”, esclareceram.
ENTENDA A CONFUSÃO
Conforme relatos de Jorginho e Catherine Harding nas redes sociais, Ada Law, de 11 anos, teria sido abordada de forma inadequada por um segurança enquanto tomava café da manhã em um hotel em São Paulo com a mãe.
A menina teria apenas passado pela mesa de Chappell Roan e sorrido, sem qualquer abordagem. Mesmo assim, o segurança a teria tratado de maneira agressiva, fazendo-a chorar.
Chappell negou nas redes sociais ter visto ou percebido a presença da criança. Além disso, a equipe da cantora confirmou que o segurança não estava acompanhando-a ou nunca a acompanhou em outras ocasiões.
Pascal Duvier publicou nesta quarta-feira (25/3) que assumia a responsabilidade pelo ocorrido. Ele afirmou que a interação com Ada Law foi “calma e com boas intenções”.
“Eu estava no hotel a serviço de outra pessoa e não fazia parte da equipe de segurança pessoal de Chappell Roan. As ações que tomei não foram em nome de Chappell Roan, sua equipe de segurança pessoal, sua gerência ou qualquer outra pessoa”, declarou.
O segurança ainda ressaltou que a decisão de abordar a criança e a mãe, Catherine Harding, foi exclusivamente dele. “Tomei uma decisão baseada nas informações que obtivemos do hotel, nos eventos que presenciei nos dias anteriores e no elevado risco de segurança geral do local”, completou.


