O ator Marcos Oliveira, famoso por seu papel como Beiçola no seriado “A Grande Família” da TV Globo, causou controvérsia ao criticar a vida no Retiro dos Artistas. Após suas declarações, a instituição emitiu uma nota de resposta e agora a diretora do local, Cida Cabral, também decidiu se pronunciar sobre o assunto.
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Em uma entrevista recente, Marcos Oliveira comentou que a convivência com os outros moradores é complicada, mencionando que há muitos gritos e que não é permitido ter relações sexuais no local. Respondendo às críticas, Cida Cabral afirmou que todos os residentes podem sair e viver sua vida sexual fora do Retiro.
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“Cada morador tem sua casa e sua privacidade, mas o Retiro é uma instituição de longa permanência para idosos. Portanto, qualquer idoso aqui que esteja em boas condições físicas e psicológicas pode sair e explorar sua vida sexual fora do Retiro”, declarou ela ao jornal O Globo.
Ela explicou que a entrada de estranhos não é permitida: “Já imaginou? Em uma instituição com quase 60 idosos, se permitirmos a entrada de pessoas para essa finalidade, o que seria da instituição? Temos fiscalizações do Ministério Público e uma prestação de contas a fazer”, justificou.
“E como proceder com alguém que quer ter relações dentro da instituição? Se a pessoa está com esse desejo e tem condições, deve ir satisfazer seu desejo e depois voltar, vida que segue”, completou a diretora.
Cida Cabral também comentou sobre a situação de Marcos Oliveira no Retiro, informando que ele está recebendo acompanhamento psicológico. “Estamos priorizando um atendimento psicológico para entender o que está acontecendo com ele, pois suas declarações não condizem com o nosso atendimento e a realidade aqui. Vou conversar com ele para compreender essa insatisfação”, afirmou.
Durante uma entrevista recente à revista Veja, Marcos Oliveira, o Beiçola, falou sobre as dificuldades de convivência no abrigo em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro, e lamentou a ausência de relações sexuais no local. Ele também mencionou que os outros residentes fazem muito barulho durante o almoço, causando desconforto.
“Viver aqui é ótimo, mas é preciso se adaptar. Não há uma conduta geral para convivência. Na hora do almoço, eles falam muito alto. É uma coisa assim, ‘você pode sair da favela, mas a favela nunca sai de você'”, criticou.
Ele ainda reclamou sobre a falta de sexo: “Mesmo velho, a sexualidade existe. No inconsciente, à noite, você tem desejos. Sexuais noturnos. E isso não se discute, porque velho é para não sentir mais prazer, para não ter mais relações”, concluiu.


