
Base governista pressiona investigações sobre Campos Neto e Banco Master (Foto: Instagram)
O relatório alternativo apresentado pela base governista na CPMI do INSS solicita um aprofundamento nas investigações contra Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central indicado por Jair Bolsonaro. O documento sugere que o mandato de Campos Neto teve uma "tolerância institucional" com o Banco Master, destacando que a transferência de controle da instituição foi aprovada pela autarquia em outubro de 2019, pouco tempo após o economista assumir o cargo.
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A base governista argumenta que o Banco Master sempre contou com uma simpatia incomum do Banco Central, situação que teria mudado após a saída de Campos Neto. Segundo os parlamentares, o impacto dessa relação para a sociedade brasileira e para a credibilidade do Banco Central foi negativo. O relatório destaca que, sob a gestão de Campos Neto, o número de contratos de cartão de crédito consignado do Banco Master cresceu de nove em 2021 para mais de 3,1 milhões em 2024.
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O documento também menciona que ex-diretores do Banco Central nomeados por Campos Neto, como Paulo Sérgio Neves de Sousa e Belline Santana, estão sob investigação da CGU por suspeitas de atuarem como consultores para a Vorcaro. Diante desses indícios, o grupo governista encaminhou o nome de Roberto Campos Neto à Polícia Federal para que sejam apuradas suas responsabilidades.
Na composição do colegiado, a base governista contou com a participação dos senadores Randolfe Rodrigues (PT), Jaques Wagner (PT) e Humberto Costa (PT), além dos deputados Paulo Pimenta (PT), Alencar Santana (PT) e Rogério Correia (PT).


