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CPMI do INSS termina no Congresso, mas discussão continua nas redes sociais

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Plenário da CPMI do INSS em clima tenso na última sessão (Foto: Instagram)

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigava os desvios bilionários do INSS chegou ao fim no Congresso Nacional na última sexta-feira (27/3), mas a tensão entre os parlamentares permanece alta. Deputados e senadores continuam a trocar acusações e discutir nas redes sociais.

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O colegiado encerrou suas atividades em um clima de desentendimento entre seus membros. Neste sábado (28/3), congressistas utilizam as redes para debater e lançar críticas em relação ao relatório final da comissão.

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A CPMI do INSS foi marcada por intensas disputas: governistas e oposicionistas se enfrentaram, com discussões que, em alguns momentos, interromperam as sessões. Suspeitas de fraudes revelaram falhas no sistema, mas divergências impediram o avanço das investigações. A comissão também serviu de palco para disputas eleitorais, intensificando a polarização. Além disso, as redes sociais amplificaram os conflitos e a desinformação.

Uma acusação de estupro foi um dos temas que acirrou os ânimos no último dia da CPMI. O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) foi acusado pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) durante a leitura de uma poesia. Lindbergh interrompeu Gaspar, chamando-o de “estuprador”.

A acusação gerou um tumulto entre os parlamentares. Gaspar reagiu dizendo que "na verdade, eu estuprei corruptos como vossa excelência, que rouba o Brasil".

Na manhã deste sábado, Soraya Thronicke voltou às redes sociais para reforçar as acusações contra Gaspar. Veja:

Uma acusação de estupro de vulnerável com possível paternidade só se refuta com um exame de DNA (“de si próprio!”)! Deputado, procure o DG da Polícia Federal, pois as vítimas já se encontram sob a custódia da União. Estou, realmente, com muita vontade de ter de lhe pedir…

Pouco depois, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) também comentou as acusações, pedindo a cassação dos mandatos de Thronicke e Lindbergh. Veja:

Lindbergh e Soraya Thronicke (relatora do PL da misoginia) tem que ser CASSADOS no Conselho de Ética e responder criminalmente pelas suas acusações – que são as mais graves que alguém pode fazer contra um homem: estupro e pedofilia.

Alfredo Gaspar também se manifestou nas redes sociais, afirmando que as acusações eram uma tentativa de desviar o foco das investigações da CPMI do INSS.

NOTA

Ao longo de toda a minha vida pública, construí uma trajetória limpa, honrada e dentro da lei. Sempre atuei com firmeza no combate ao crime e jamais me afastei dos princípios que norteiam minha conduta.

Em meio ao bate-boca, Gaspar esclareceu que a história não tinha relação com ele, mas com um primo que descobriu ter uma filha já adolescente. Ele negou qualquer envolvimento com o crime de estupro.

Apesar dos desdobramentos, Lindbergh Farias afirmou que vai apresentar uma denúncia à Polícia Federal contra Gaspar pelo suposto estupro de vulnerável.

Outra linha de discussão entre os parlamentares nas redes sociais foi sobre o relatório final da CPMI. Após sete meses, a comissão encerrou sem aprovar seu principal documento.

Embora a oposição ocupasse postos importantes, como a presidência e a relatoria, o governo tinha maioria e rejeitou o texto por 19 votos a 12. Esse impasse gerou tensão entre os membros.

O ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) e deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) criticou o texto votado na comissão. Segundo Pimenta, o relatório respondia àqueles que "não queriam que o Brasil soubesse que Jair Bolsonaro foi o chefe deste esquema criminoso".

O relatório rejeitado pela maioria na CPMI do INSS foi o relatório dos que envolvidos nas fraudes contra os aposentados. Dos que estava na CPMI para impedir as investigações e que não queriam que o Brasil soubesse que Jair Bolsonaro foi o chefe deste esquema criminoso. O…

De um lado, governistas chamaram o documento de "enviesado". Por outro, a oposição acusou parlamentares governistas de atrapalharem a CPMI para beneficiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O documento do relator Alfredo Gaspar, do Partido Liberal de Jair Bolsonaro, pedia o indiciamento de 216 pessoas, incluindo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. Governistas afirmam que o texto tentava ligar o esquema do INSS ao governo petista — Lula foi citado duas vezes mais que Bolsonaro.

Nas redes sociais, o senador e líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), criticou o relatório e relacionou o esquema à gestão de Jair Bolsonaro. Veja a publicação:

Na madrugada deste sábado, rejeitamos o documento apresentado pelo relator da CPMI do INSS. A comissão pode ter chegado ao fim, mas a nossa busca pela verdade e por justiça não vai parar. O que investigamos foi um esquema inaceitável de descontos ilegais que atingiu milhões de…

Parlamentares governistas produziram um relatório paralelo, pedindo o indiciamento de 130 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, apontado como operador do esquema.

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