
Furto de R$ 35 mil em equipamentos esportivos durante treino na USP (Foto: Instagram)
Dois funcionários de uma representação de marca de relógios e equipamentos esportivos foram vítimas de furto na manhã deste sábado (28/3), enquanto corriam na Universidade de São Paulo (USP), localizada na zona oeste da capital paulista. O prejuízo estimado é de aproximadamente R$ 35 mil.
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A USP é um local popular entre corredores aos sábados de manhã, sendo considerada segura e com um ambiente adequado para a prática de corrida devido às suas avenidas arborizadas e terreno plano.
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O engenheiro André Martins, de 35 anos, e o relações públicas Diogo Procópio, de 24 anos, que trabalham para a marca Coros no Brasil, estavam em São Paulo para um evento de demonstração de produtos na noite de sexta-feira (27/3). Na manhã seguinte, Martins planejou um treino de 26 km, com Procópio acompanhando-o nos primeiros 8 km. Eles escolheram a USP por acreditarem que era segura e deixaram os produtos no carro. Ao retornar, Procópio descobriu que o veículo havia sido arrombado e os itens furtados.
Alguns relógios estavam fora das caixas como itens de demonstração, mas outros estavam lacrados para venda, com preços de até R$ 5.990, incluindo cintas de medição de frequência cardíaca e ciclocomputadores. Além dos produtos, ambos perderam seus notebooks e cartões de crédito, que já foram bloqueados.
Para Martins, os produtos furtados podem aparecer em sites de e-commerce com preços bem abaixo do mercado. Ele alerta os consumidores sobre esse risco.
“Podemos bloquear esses relógios, tornando-os inúteis. É importante estar atento a anúncios com preços muito baixos, pois são tabelados”, afirma. “A orientação é não comprar. Se encontrar algo assim, entre em contato para que possamos acionar a polícia”, alerta.
Entre os produtos furtados estão modelos como Pace 4, Apex 4, Dura (ciclocomputador) e HRM (cinta cardíaca).
Martins e Procópio registraram um boletim de ocorrência na manhã de sábado, e o caso foi encaminhado ao 93º DP (Jaguaré). Imagens de câmeras de segurança da USP podem ajudar na investigação.
A USP foi procurada, mas ainda não se manifestou. O espaço segue aberto para comentários.


