
Painel eletrônico mostra a Bolsa de Xangai operando em queda amid tensões globais (Foto: Instagram)
A Bolsa de Valores de Xangai, localizada na China, encerrou o mês de março com uma queda significativa, registrando as maiores perdas mensais em quatro anos, desde o início de 2022. Esse cenário reflete a cautela e preocupação dos investidores em relação aos impactos econômicos do conflito no Oriente Médio.
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O principal elemento que continua a influenciar os mercados é o conflito entre Estados Unidos e Irã, que mantém a pressão sobre os preços internacionais do petróleo e aumenta a tensão geopolítica global.
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Nem mesmo as declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a possibilidade de encerrar a guerra contra o Irã foram suficientes para acalmar os mercados asiáticos.
O QUE ACONTECEU
- No fechamento desta terça-feira (31/3), o índice de Xangai caiu 0,8%, atingindo 3,8 mil pontos.
- O índice CSI300, que inclui as maiores empresas listadas em Xangai e Shenzhen, terminou em baixa de 0,93%, com 4,4 mil pontos.
- O Shenzhen Composto, menos abrangente, caiu 1,81%, chegando a 13,4 mil pontos.
- Na Bolsa de Hong Kong, o índice Hang Seng teve leve alta de 0,15%, alcançando 24,7 mil pontos, próximo da estabilidade.
- Durante o mês de março, o índice de Xangai acumulou perdas de 6,5%, o maior declínio mensal desde janeiro de 2022.
- Em março, o Hang Seng, de Hong Kong, caiu 6,9%, o pior desempenho desde janeiro de 2024.
OUTRAS BOLSAS NA ÁSIA
Na Bolsa de Valores de Tóquio, o índice Nikkei encerrou o dia com queda de 1,58%, atingindo 51 mil pontos.
Em Seul, na Coreia do Sul, o índice Kospi recuou 4,26%, chegando a 5 mil pontos.
O Taiex, da Bolsa de Taiwan, fechou com perdas de 2,45%, totalizando 31,7 mil pontos.


