
Candidato ao STF em momento de expectativa antes da sabatina (Foto: Instagram)
Após 131 dias desde que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou Jorge Messias, da Advocacia-Geral da União, para o Supremo Tribunal Federal, o processo finalmente avança. Messias agora precisa garantir votos suficientes para sua aprovação.
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A tramitação depende de Davi Alcolumbre, presidente do Senado Federal, que deve agendar a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça. No entanto, Alcolumbre não está satisfeito com Lula, pois preferia que Rodrigo Pacheco fosse indicado. Isso pode atrasar o processo.
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Para que Messias assuma o cargo, ele precisa ser aprovado em uma sabatina na CCJ, onde necessita de pelo menos 14 votos. Essa etapa é marcada por questionamentos técnicos e pressões políticas.
Durante a sabatina, espera-se que senadores questionem Messias sobre a independência do Judiciário e decisões recentes do STF, aumentando o tom político do processo. Otto Alencar, presidente da CCJ, afirmou que seguirá o regimento para a tramitação.
Se aprovado na comissão, Messias precisará da maioria absoluta no plenário do Senado, ou seja, 41 votos. Nos bastidores, há resistência da oposição, que pretende questioná-lo sobre sua atuação na AGU. Mesmo aliados admitem que será um desafio conquistar os votos necessários.
Apesar disso, Messias já teria conquistado simpatia entre senadores evangélicos. Líderes consideram o cenário incerto, mas apoiam a decisão de Lula e trabalharão para conseguir os votos. Senadores aguardam a próxima semana para avaliar o clima no Senado, especialmente após o feriado, mas acreditam que a receptividade melhorou desde o anúncio de Lula.


