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Lindbergh Farias reafirma acusações contra Alfredo Gaspar, apesar de ações judiciais

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Deputado Alfredo Gaspar nega acusações em pronunciamento (Foto: Instagram)

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou, nesta terça-feira (31/3), que continuará com as acusações contra o deputado Alfredo Gaspar (União-AL), relator da CPMI do INSS, mesmo diante das medidas judiciais anunciadas por Gaspar. Lindbergh declarou que não se sente intimidado e que apresentou novos documentos à Polícia Federal (PF).

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Lindbergh informou que esteve na sede da PF para adicionar gravações e documentos ao que ele chama de “notícia de fato”. Segundo ele, o material entregue contém indícios de crimes graves, como pedofilia, estupro, trabalho escravo e tentativas de suborno que somam R$ 400 mil.

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“Nós não temos medo. Ele vai encarar a verdade. A única coisa que ele pode fazer, em vez de ficar gritando, é apresentar o seu material genético à Polícia Federal”, afirmou Lindbergh. “Nós temos gravações que falam de R$ 400 mil. É tudo isso. É mais grave. É estupro é pedofilia, é tentativa de suborno, é extorsão, é corrupção. Então, é isso, eu tô colocando minha cara aqui porque eu não vou me intimidar com sujeito que eu considero pequeno e canalha”, completou.

Conforme relatado pelo Metrópoles, na coluna Igor Gadelha, a PF deu prosseguimento à denúncia apresentada por Lindbergh contra Alfredo Gaspar por suposto estupro de vulnerável.

A denúncia foi encaminhada para análise da corregedoria da PF, que avaliará a competência da corporação em investigar Gaspar, que foi relator da CPMI do INSS. A corregedoria também está analisando se há elementos suficientes para instaurar um inquérito contra o deputado. Até o momento, não há inquérito instaurado.

ACUSAÇÃO CONTRA ALFREDO GASPAR
Conforme relatado por Lindbergh e pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), a suspeita contra Gaspar envolve uma jovem de 21 anos e uma filha de 8, fruto do suposto crime de estupro ocorrido em Alagoas, quando a vítima tinha 13 anos.

Os parlamentares afirmam que a menina foi levada ao Rio de Janeiro para dar à luz e que a criança foi registrada em nome de terceiros. Provas de tentativas de suborno foram anexadas ao documento enviado à PF, incluindo transações de R$ 70 mil e R$ 400 mil para assegurar silêncio e garantir impunidade.

GASPAR NEGA
Em nota, Alfredo Gaspar negou as acusações feitas por Lindbergh e Soraya, qualificando-as como falsas e irresponsáveis. Ele declarou que sempre teve uma trajetória limpa e que as acusações são uma tentativa de desviar o foco das investigações da CPMI do INSS. Gaspar afirmou que tomará medidas judiciais contra os responsáveis pelas acusações e que não aceitará que sua honra seja manchada por mentiras.

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