
Eduardo Bolsonaro em entrevista sobre possível censura eleitoral e sanções dos EUA (Foto: Instagram)
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro declarou que o relatório divulgado pelo Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos deve ser visto como um "alerta" para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a possível censura nas eleições de outubro.
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"Isso pode, de fato, trazer consequências reais. Deve ser encarado como um alerta, e o TSE precisa agir para evitar essa censura nas eleições", afirmou o ex-deputado em entrevista à coluna.
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Eduardo mencionou que uma das possíveis consequências seria a aplicação da Lei Magnitsky ou a revogação de vistos para os EUA de ministros do TSE e outras autoridades brasileiras, como já ocorreu em 2025, antes do julgamento de Jair Bolsonaro por golpe de Estado, pelo STF.
"É possível sim que a Lei Magnitsky seja reativada, já que outras autoridades estavam sendo consideradas para a lista de sanções da OFAC, incluindo membros do Judiciário brasileiro. Quando os EUA suspenderam a Lei Magnitsky para [Alexandre de] Moraes e sua esposa Viviane Barci de Moraes, não foi por considerá-los isentos de violação de direitos humanos. Ou seja, todos os elementos ainda estão presentes", explicou.
Eduardo Bolsonaro também afirmou que "os relatórios e as agências americanas reconheceram as violações de direitos humanos, e isso ainda está nos arquivos das autoridades americanas. Basta uma conveniência política para Trump, o secretário [de Estado dos EUA, Marco] Rubio e o secretário [do Tesouro dos EUA, Scott] Bessert reativarem a Magnitsky contra essas pessoas".
"O governo Trump pode adotar medidas contra quaisquer autoridades que identifique como protetoras ou iniciadoras dessa censura, que tenham alguma participação em fraude eleitoral", concluiu.


