
Senador Jaques Wagner nega intermediação em repasse de R$ 11 milhões à empresa da nora (Foto: Instagram)
Em entrevista à coluna, Jaques Wagner, líder do governo no Senado, comentou sobre o repasse de R$ 11 milhões do Banco Master para a BK Financeira, empresa de sua nora, Bonnie de Bonilha. A contratação visava a prospecção de crédito consignado para a empresa liderada por Daniel Vorcaro. A coluna de Milena Teixeira, no Metrópoles, trouxe o caso à tona.
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Wagner esclareceu que sua atuação se limitou a decisões durante seu tempo no Governo da Bahia e que a relação entre a empresa de sua nora e o Banco Master ocorreu posteriormente.
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Ele mencionou que, ao assumir o governo da Bahia, encontrou uma rede de supermercados estatais com um prejuízo de R$ 80 milhões anuais. Durante o mandato de Rui Costa como governador, Wagner, então secretário de Desenvolvimento Econômico, sugeriu a privatização.
Após a privatização, Wagner afirmou não ter participado de negociações subsequentes, destacando que a atuação da empresa foi apenas na prestação de serviços ao banco.
“Uma empresa, que tem como sócia uma nora minha, intermediou uma negociação no tempo do Bolsonaro, e eles prestaram um serviço ao Banco [Master] e ganharam dinheiro”, afirmou.
CRÍTICAS A ACM NETO O senador também rebateu críticas de adversários políticos, afirmando não ver irregularidades na operação. Ele comparou com uma consultoria de ACM Neto, que também teria recebido milhões. “Estou muito à vontade quanto a isso”, disse.
Wagner ainda explicou que, após a privatização, diversos intermediários financeiros atuaram e o contrato foi encerrado posteriormente. “Depois da privatização, intermediário bancário tem vários, a empresa é uma intermediária bancária que prestou serviço e recebeu e depois teve até o contrário rescindido”, comentou.
Ao ser questionado sobre se teria intermediado a relação entre o Banco Master e a empresa de sua nora, o senador negou qualquer participação direta. Segundo ele, não houve “nenhuma intermediação”.
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