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Nutricionista explica se alimentos que “gastam calorias” realmente existem

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Mitos e verdades sobre ‘calorias negativas’: saiba o que funciona (Foto: Instagram)

Em meio a dicas para "ativar o metabolismo" e promessas de emagrecimento rápido, a ideia de que alguns alimentos fazem o corpo gastar mais calorias do que fornecem voltou a circular nas redes sociais. Na prática, essa ideia não funciona exatamente dessa forma.

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A nutricionista esportiva Vanessa Mara Lodi esclarece que a noção de alimentos com "calorias negativas" é um mito popular, embora derive de um conceito real: o efeito térmico dos alimentos.

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Vanessa explica que, do ponto de vista científico, não há alimentos com "calorias negativas". O que existe é o efeito térmico, que é a energia que o corpo gasta para mastigar, digerir e absorver o que foi consumido. Toda vez que alguém come, o organismo precisa de energia para processar a refeição, representando cerca de 5% a 15% das calorias ingeridas, dependendo do alimento.

As proteínas são as que mais exigem esforço do corpo durante a digestão, podendo gastar entre 20% e 30% da energia que fornecem. No entanto, isso não significa que elas "anulam" as calorias consumidas, pois ainda resultam em saldo energético positivo.

Vegetais como aipo, pepino, alface, repolho e abobrinha são frequentemente citados como alimentos que "emagrecem sozinhos" devido à baixa densidade calórica, volume, água e fibras, ajudando no controle da fome. Esses alimentos auxiliam no emagrecimento não por queimar gordura, mas por promoverem saciedade com poucas calorias, substituindo escolhas mais calóricas.

Para uma alimentação mais estratégica visando a perda de peso, o foco deve ser em alimentos que favorecem saciedade e qualidade nutricional. Entre os principais aliados, Vanessa destaca proteínas magras, alimentos ricos em fibras como aveia, frutas, verduras, legumes e grãos, além de alimentos ricos em água como saladas e vegetais in natura.

Ingredientes como café, gengibre, pimenta e chá verde têm um pequeno efeito termogênico, mas o impacto é geralmente modesto. Termogênicos naturais podem contribuir levemente para o aumento do gasto energético, mas sozinhos não causam emagrecimento significativo.

A especialista reforça que emagrecer com equilíbrio depende mais da qualidade geral da alimentação do que da busca por um alimento "milagroso". Priorizar comida de verdade, manter uma boa ingestão de proteínas e fibras, evitar ultraprocessados e construir um déficit calórico de forma consciente são as melhores estratégias. Evitar erros comuns como pular refeições ou exagerar em produtos que prometem acelerar o metabolismo é essencial para um emagrecimento saudável.

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