
Vista de satélite do Estreito de Ormuz, corredor vital para 20–30% do petróleo e 20% do GNL. (Foto: Instagram)
O Estreito de Ormuz é o foco de uma disputa entre Estados Unidos e Irã há mais de um mês. Este canal marítimo é vital para a economia global, pois cerca de 20% a 30% do petróleo mundial e pelo menos 20% do gás natural liquefeito (GNL) passam por ele.
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Conectando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, Ormuz tem o Irã ao norte e a Península de Musandam ao sul, que é dividida entre os Emirados Árabes Unidos e a Província de Musandam, um exclave de Omã.
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O nome Ormuz vem de uma antiga cidade portuária persa, que foi um centro comercial importante entre os séculos XI e XVII. Nessa época, produtos como cerâmica, marfim, seda e tecidos eram comercializados.
A cidade foi batizada em homenagem a Ahura Mazda, a divindade suprema do zoroastrismo, também conhecida como Ormuz ou Ohrmazd, que simboliza o bem, a sabedoria e a luz. O zoroastrismo foi a religião oficial da antiga Pérsia, fundada por Zoroastro ou Zaratustra.
Na crença zoroastriana, Ormuz é o deus do bem, criador do universo e mantenedor da ordem, em constante batalha contra Arman, o deus do mal, que representa a destruição e o engano.
O nome Ormuz também se refere ao "lugar das tâmaras", pois a região do Golfo Pérsico é um dos principais centros mundiais de produção de tâmaras.
Com 167 km de extensão e largura entre 39 km e 96 km, o estreito é profundo, variando de 50 a 200 metros, permitindo a passagem de grandes petroleiros.


