
Senador Fabiano Contarato e Alessandro Vieira durante sessão da CPI do Crime Organizado (Foto: Instagram)
Antes de iniciar a votação do relatório que solicita o indiciamento de três ministros do STF e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, nesta terça-feira (14/04), houve substituições entre os membros da CPI do Crime Organizado.
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Senadores da oposição foram substituídos por aliados do governo. Membros da direita acusam líderes partidários de realizar uma manobra para derrubar o parecer de Alessandro Vieira (MDB-SE).
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Confira as substituições: Soraya Thronicke (PSB-MS) entrou no lugar de Jorge Kajuru (PSB-GO), que passou a suplente; Beto Faro (PT-PA) substituiu Sergio Moro (PL-PR), que deixou a comissão; Teresa Leitão (PT-PE) entrou no lugar de Marcos do Val (Avante-ES), que também saiu da comissão.
O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) também deixou a CPI, tornando-se suplente para viabilizar a entrada de Thronicke, e posteriormente, Camilo Santana (PT-CE) foi alçado a suplente em seu lugar.
Essas alterações foram feitas pelos líderes do PSB, no caso de Thronicke, e pela liderança do MDB, para os dois petistas. A entrada de Camilo foi autorizada pela liderança do bloco Resistência Democrática.
A CPI do Crime Organizado tem 11 membros titulares e sete suplentes. Desde o início, sua composição favorece o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sendo presidida por Fabiano Contarato (PT-ES).
Mais cedo, Vieira solicitou o indiciamento de Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, alegando que teriam "condutas incompatíveis com suas funções". Ele começou a leitura do parecer, que precisa ser aprovado pela maioria simples da comissão.


