
Ilustração do vírus influenza H3N2, variação conhecida como Gripe K. (Foto: Instagram)
O secretário de Saúde do Distrito Federal, Juracy Cavalcante, declarou ao Metrópoles que, apesar de cinco casos e um óbito confirmados do subtipo H3N2 do vírus influenza, conhecido como Gripe K, “não há evidências de aumento na gravidade dos casos ou diminuição da proteção oferecida pelas vacinas”.
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De acordo com Cavalcante, “a identificação do subtipo está dentro do comportamento esperado dos vírus respiratórios”. Ele ressaltou que o monitoramento é constante e que a população deve manter a vacinação em dia para ficar tranquila.
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A Gripe K é uma variação do subtipo H3N2 do vírus influenza. Trata-se de uma infecção respiratória que circula anualmente, sofrendo alterações frequentes ao longo do tempo.
O vírus influenza A se divide em subtipos como H1N1 e H3N2, que permanecem em circulação. Dentro desses subtipos, ocorrem pequenas mutações genéticas naturais, resultando em linhagens e subclados, como a Gripe K.
Os sintomas são semelhantes aos de uma gripe comum: febre, tosse, dores no corpo, coriza e mal-estar.
Não há indicações de que a Gripe K seja mais transmissível ou perigosa. Contudo, especialistas recomendam que grupos vulneráveis, como idosos, gestantes e pessoas com doenças cardíacas ou pulmonares, procurem atendimento médico se apresentarem febre ou cansaço extremo.


