
Fabrício Rosa acusa PM de violência após detenção em ato do MST (Foto: Instagram)
O vereador de Goiânia, Fabrício Rosa (PT), foi detido na manhã desta sexta-feira (17/4) durante uma manifestação do MST em Santa Helena, Goiás. Conforme relatado por sua assessoria, a abordagem feita pela Polícia Militar (PM) foi marcada por "força e violência". Após o incidente, o vereador acusou o governo estadual de estar "institucionalizando" a ação da PM com objetivos políticos.
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Em declaração à coluna, Fabrício afirmou que os policiais justificaram a detenção alegando desacato, o que ele nega veementemente.
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“É possível ver no vídeo do momento da prisão que, com uso de força e violência, não houve qualquer situação que indicasse desacato”, afirmou. “Depois de ser impedido pela PM de participar da manifestação do MST, Fabrício foi preso por criticar a violência contra minorias representativas e populações pretas e periféricas”.
O vereador também criticou o governo estadual depois da prisão. “Mais uma vez, o ex-governador Ronaldo Caiado e o atual governador Daniel Vilela demonstram que a PM foi institucionalizada para um projeto político-eleitoral. O grupo de Caiado utiliza a boa-fé dos trabalhadores e trabalhadoras da Segurança Pública, que têm hierarquia militar e seguem ordens superiores, para perseguir, agredir e prender opositores políticos. Estamos voltando aos tempos da ditadura e da censura em Goiás?”.
Segundo o parlamentar, os policiais agiram de forma truculenta durante a abordagem. “Os policiais tentaram derrubar o vereador e tomar o celular das mãos de Fabrício Rosa. No vídeo, chama atenção o momento em que o major verifica o telefone e, em seguida, ordena a prisão”.
Até o momento, não houve manifestação do governo de Goiás ou da Polícia Militar sobre o ocorrido.


