
Plenário do Supremo Tribunal Federal em sessão ordinária (Foto: Instagram)
O Supremo Tribunal Federal (STF) está se preparando para contratar uma empresa especializada que realizará o "acompanhamento e análise da presença digital" da instituição nas redes sociais. O pregão eletrônico está agendado para o dia 11 de maio deste ano, e o valor máximo que o STF está disposto a pagar é de R$ 249 mil.
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O edital do processo detalha que o objetivo é verificar se as menções ao STF nas redes sociais são positivas, neutras ou negativas. O contrato prevê a entrega de relatórios diários — entre 30 e 300 — e mensais. Esses relatórios diários servem para alertar sobre menções a "temas diretamente relacionados ao universo do Supremo Tribunal Federal — incluindo seus julgamentos e ministros —, que são citados expressamente e têm potencial de repercussão".
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Com os relatórios mensais, a Corte pretende entender os impactos de suas publicações; o sentimento do público em relação às postagens sobre o STF e também identificar os "principais formadores de opinião nas redes sociais que discutem assuntos relacionados ao STF, com análise de posicionamento e influência/capacidade de repercussão".
Nos últimos meses, o STF enfrentou uma crise de imagem devido às investigações do caso do Banco Master. Em dezembro de 2025, foi revelado o contrato de R$ 129 milhões entre o escritório da família de Alexandre de Moraes e o Banco Master.
Em fevereiro deste ano, Toffoli admitiu ter sido um dos proprietários do resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR) — a propriedade foi posteriormente adquirida por um fundo de investimentos do cunhado de Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel.


