
Jordana Morais esclarece hidratação labial com ácido hialurônico (Foto: Instagram)
A aparência dos lábios de Jordana Morais, participante do BBB 26, tornou-se um dos temas mais discutidos dentro e fora do reality. Neste fim de semana, a advogada quebrou o silêncio, revelando que utiliza aplicações de ácido hialurônico com o objetivo de hidratar e uniformizar a textura.
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Jordana compartilhou que sua boca sempre foi alvo de comentários e bullying durante a infância, levando a especulações e críticas sobre um possível exagero em procedimentos estéticos após sua fama.
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Contudo, a técnica adotada pela ex-BBB difere do preenchimento labial tradicional. Conforme a dermatologista Cristina Salaro, o procedimento tem como objetivo melhorar a funcionalidade da mucosa, combatendo o ressecamento e as linhas finas sem alterar o tamanho da boca.
O foco da hidratação é a qualidade da mucosa, tornando os lábios mais macios e lisos, sem modificar significativamente o formato. O produto usado na hidratação é um ácido mais fluido (skinbooster), enquanto no preenchimento, o produto é denso para garantir volume. A técnica de hidratação é mais superficial, enquanto o preenchimento exige aplicação profunda e estratégica. Embora seguro, o procedimento pode causar inchaço e, em casos raros, obstrução vascular se não realizado por especialistas.
Cristina Salaro explica que a hidratação labial busca um resultado discreto e natural, diferente do preenchimento convencional que projeta e redesenha os lábios para sustentar volume e contorno. A hidratação foca em tratar a perda de elasticidade e o aspecto ressecado.
Para Jordana, o esclarecimento foi necessário frente à polarização nas redes sociais. “Muita gente elogiando, mas também muita gente questionando se era natural ou não. Outras pessoas criticando, falando que eu tinha exagerado”, desabafou a ex-BBB.
Jordana também relembrou que o tema não é novo em sua vida e abriu o jogo: “A minha boca, desde criança, sempre foi assunto na minha vida. Na escola, eu sofria muito bullying.”
Apesar de ser um procedimento minimamente invasivo, a dermatologista alerta para a importância da avaliação prévia. Hematomas, vermelhidão e pequenos nódulos são efeitos comuns nos primeiros dias. Complicações mais sérias, como infecções ou migração do produto, reforçam a necessidade de um profissional habilitado que domine a anatomia labial.
Além disso, o procedimento possui contraindicações específicas. Pessoas com herpes labial em atividade, doenças autoimunes descompensadas ou infecções ativas na região não devem realizar a aplicação até que o quadro seja estabilizado.


