
Senador Rodrigo Pacheco durante sessão no Senado, em Brasília (Foto: Instagram)
Belo Horizonte – O Partido dos Trabalhadores (PT) em Minas Gerais ainda espera que o senador Rodrigo Pacheco (PSB) oficialize sua intenção de não concorrer ao Palácio Tiradentes neste ano. A preocupação do senador é atrair apoio de partidos de centro para uma possível campanha, pois acredita que apenas com a esquerda as chances de sucesso são reduzidas.
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Fontes próximas à direção estadual do PT mencionam que "deixarão a desistência na boca dele" e, só então, buscarão articulações para um novo candidato.
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Diante de um cenário incerto, surgem vários pretendentes à vaga. O próprio PSB possui dois nomes: o ex-procurador-geral de Justiça, Jarbas Soares Júnior, e o ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes.
O ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), que recebeu apoio de Lula na eleição de 2022, é outra opção, mas enfrenta resistência de algumas alas do PT mineiro.
Outra possibilidade é uma candidatura própria. Entre os nomes considerados estão a pré-candidata ao Senado e ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, que já afirmou não ter interesse, e o ex-deputado estadual e ex-secretário Nacional de Assistência Social, André Quintão.
Pacheco se reuniu com o presidente nacional do partido, Edinho Silva, na noite de terça-feira (12/5), em Brasília, onde comunicou sua decisão. O senador ainda deve conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas a data do encontro não foi definida.


