Fábio Porchat utilizou as redes sociais nesta quinta-feira (14/5) para reagir com ironia à aprovação de um projeto de lei que busca declará-lo “persona non grata” no estado do Rio de Janeiro.
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Em um vídeo publicado no Instagram, o humorista aparece em tom sarcástico, simulando emoção ao comentar a decisão da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.
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“Gente, eu acabei de saber que fui considerado ‘persona non grata’ pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Rio, a Alerj”, iniciou ele.
Na gravação, Porchat ironizou o projeto ao afirmar que a atitude do parlamentar lhe trouxe “orgulho”.
“Eu tenho mais de 20 anos de carreira, já ganhei prêmio, assim, nunca podia imaginar que eu fosse conseguir chegar nesse lugar. Deputado chateado comigo é um negócio que enche o meu peito de orgulho”, declarou.
O apresentador também criticou o fato de parlamentares estarem discutindo o tema enquanto, segundo ele, outras pautas mais urgentes poderiam estar sendo debatidas no estado.
“Eu quero agradecer muito a todos os deputados que podiam estar debatendo segurança pública do Rio, quem vai ser o governador, podiam estar atrás de milícia, tentando levar saneamento básico para as comunidades… mas não. Estão pensando em mim. Isso não é para qualquer um, gente”, disparou.
Em outro trecho, o humorista voltou a usar o sarcasmo ao citar nomes envolvidos em polêmicas recentes.
“Não é todo mundo que pode bater no peito e dizer que é ‘persona non grata’ pela Alerj. Flordelis não é. Os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão não são. O Fabrício Queiroz…”, afirmou.
Por fim, ele fez um apelo bem-humorado aos deputados para que o projeto avance no plenário da Casa.
“Agora ainda vai para o plenário e eu preciso de 41 votos. Fica aqui o meu apelo, por favor, pensa com carinho, me dá essa chance”, brincou.
Na quarta-feira (14/5), a Comissão de Constituição e Justiça da Alerj aprovou o Projeto de Lei 6.342/25, de autoria do deputado estadual Rodrigo Amorim, que declara o humorista como “persona non grata” no estado.
Para avançar, o texto ainda precisa ser aprovado por maioria simples no plenário, com quórum mínimo de 36 parlamentares. A aprovação na comissão ocorreu por quatro votos a dois.
Apesar da repercussão, a medida tem caráter simbólico e não gera efeitos legais.


