Letícia Colin comentou sobre o desafio de interpretar sua primeira protagonista no horário nobre durante o evento de lançamento de “Quem Ama Cuida”, nova novela da TV Globo, que estreia nesta segunda-feira (18/5).
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
Na novela, ela vive Adriana, uma personagem que é injustamente presa por assassinato e retorna determinada a buscar justiça contra seus inimigos.
++ Jovem mata o padrasto para defender a mãe e o inesperado acontece
Em entrevista à coluna, a atriz destacou que este é um marco importante em sua carreira e descreveu a mistura de emoções ao assumir essa responsabilidade.
“É imensa, né? [a responsabilidade] É gigante. Estou nervosa, emocionada, grata. Estou muito tocada por essa personagem”, declarou.
HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO
Letícia Colin revelou que se conectou profundamente com a história da protagonista, especialmente por sua trajetória de superação após tragédias.
“Ela conecta muito com o meu coração, com essa capacidade de se reinventar diante de uma tragédia. É uma personagem brasileira, no sentido dessa reinvenção constante. Ela vem de enchentes, perde tudo…”, antecipou.
A atriz também enfatizou o caráter social da trama, que aborda realidades enfrentadas por muitos brasileiros em áreas vulneráveis.
“É um problema que sabemos que muitos brasileiros enfrentaram, enfrentam e provavelmente, infelizmente, ainda enfrentarão”, comentou.
Letícia Colin destacou ainda a importância de valorizar personagens femininas fortes, ligadas à luta diária por dignidade.
“Então acho que é muito importante trazermos essas figuras tão corajosas, dessas mulheres que cuidam da casa, que põem o pão na mesa, que não desistem nunca, que querem viver com dignidade, com sonhos”, afirmou.
DESEJO DE JUSTIÇA
Durante a conversa, ela também comentou sobre o impacto da história de vingança e justiça na novela e como acredita que o público pode reagir ao enredo.
“Esse desejo de justiça da Adriana é muito bonito. Acho que não podemos desacreditar. Às vezes é difícil continuar. Mas seguir acreditando que há gente boa no mundo, que a justiça se faz e lutar por ela é um sentimento muito bonito, transformador”, completou.



