Lance seu negócio online com inteligência artificial e comece a ganhar dinheiro hoje mesmo com o iCHAIT.COM

Fachin: CNJ regulamentará fim da aposentadoria compulsória para juízes em 30 dias

Date:


Fachin define prazo de 30 dias para CNJ regulamentar punições a magistrados (Foto: Instagram)

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) irá regulamentar, dentro de 30 dias, a implementação da decisão que eliminou a aposentadoria compulsória como a punição máxima para magistrados.

++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático

Durante uma visita a Manaus na manhã desta sexta-feira (29/5), Fachin destacou que a decisão do Supremo será regulamentada pelo CNJ.

++ Jovem mata o padrasto para defender a mãe e o inesperado acontece

“Nós vamos regulamentar e aplicar a decisão do STF, colocando-a em prática para garantir maior efetividade às decisões e, ao punir comportamentos inadequados, aplicar a penalidade de forma correta”, afirmou.

Fachin continuou: “Quando se pune alguém por comportamento inadequado, a penalidade não deve ser um prêmio, mas sim uma sanção verdadeira. Esse é o caminho que adotaremos. A expectativa é que, em 30 dias, o CNJ regulamente isso e comece a aplicar nos casos concretos.”

O ministro Flávio Dino, relator do caso, anulou em março uma decisão do CNJ que havia aposentado um juiz do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), argumentando que a punição não é respaldada pela Constituição após a reforma da Previdência de 2019.

A questão foi analisada pela Primeira Turma. Na sessão de terça-feira (26/5), os ministros mantiveram o entendimento de Dino.

A maioria dos ministros concordou que a aposentadoria compulsória não se alinha com a Emenda Constitucional nº 103, de 2019.

DECISÃO
Dino defendeu que, após a Emenda Constitucional nº 103, não há mais aposentadoria compulsória como punição disciplinar para magistrados.

Segundo o ministro, caso o CNJ determine que um juiz cometeu uma infração grave, o caso deve ser enviado ao STF para possível perda do cargo, já que apenas a Corte pode decidir sobre a permanência de magistrados.

“Se esta Corte discordar da decisão administrativa do CNJ, a ação judicial para perda de cargo será julgada improcedente. Ao contrário, se o STF concordar com o CNJ, a ação será julgada procedente, com efeitos conforme o artigo 95, inciso I, da Constituição”, explicou o ministro.

Dino afirmou que o sistema deve garantir punições eficazes em casos graves, sem recorrer à aposentadoria remunerada.

O entendimento do magistrado é que essa interpretação se aplica a todos os casos. Dino sugeriu a Fachin, como presidente do CNJ, que o Conselho reavalie o modelo atual de responsabilização disciplinar.

Share post:

Assine

Popular

Notícias Relacionadas
Related

Delegado que processou Deolane Bezerra quer citação na prisão

A coluna Fábia Oliveira revelou que uma ação judicial...

Viúva de Pampa desabafa após alta da filha: “Milagre verdadeiro”

Isabella Maria, 6 anos, filha...

Filho de Faustão, João Silva, fala sobre nova internação do pai e previsão de alta

Internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo,...

Governador Mateus Simões agradece Flávio por apoio dos EUA contra PCC e CV

Mateus Simões celebra classificação do...
Translate »