
Representantes na reunião do Conselho de Segurança da ONU (Foto: Instagram)
O Brasil reiterou seu apelo por uma reforma no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), órgão decisório principal da entidade. A declaração foi divulgada nesta segunda-feira (8/6) pelo Ministério das Relações Exteriores.
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Em comunicado, o governo brasileiro felicitou os cinco países que ocuparão as cadeiras não permanentes do Conselho de Segurança: Áustria, Quirguistão, Portugal, Trinidade e Tobago e Zimbábue. Eles foram eleitos em 3 de junho e atuarão entre 2027 e 2028.
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O comunicado do Itamaraty destacou: “Ao desejar sucesso aos novos membros do órgão em seus mandatos, o Brasil relembra a importância e responsabilidade do Conselho de Segurança na manutenção da paz e segurança globais. Reitera, além disso, a visão amplamente aceita sobre a necessidade urgente de reformar o órgão para torná-lo mais representativo e legítimo, e assim mais apto a atuar de maneira eficaz e comprometida.”
Desde que Luiz Inácio Lula da Silva assumiu seu terceiro mandato em 2023, a reforma do órgão da ONU tem sido um dos principais objetivos da diplomacia brasileira.
O Brasil considera que o atual formato do Conselho de Segurança não representa adequadamente as mudanças e necessidades do mundo.
O Conselho de Segurança é composto por 15 membros, sendo cinco permanentes e 10 não permanentes, eleitos pela Assembleia Geral da ONU para mandatos de dois anos.
Na prática, apenas os membros permanentes — China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos — têm poder de veto nas decisões. Se qualquer um dos cinco votar contra uma resolução, esta é automaticamente rejeitada.



